– Além de todos os problemas normais de adaptação, a família ficou longe no começo. Durante um mês e meio, eu morei no CT da Barra Funda e a minha esposa, que estava no início da gravidez, ficou em Londrina com o meu filho. Mas logo começou a bater aquela saudade. E também ela ficou muito sensível. Mesmo sem ter onde ficar, ela veio para São Paulo e alugamos um flat – contou o meia.
O tempo passou. Jadson hoje mora em um apartamento no bairro do Sumaré, Zona Oeste de São Paulo, onde se prepara para a chegada de seu segundo herdeiro, Miguel, que nascerá em junho. O jogador revelou que está tomando um cuidado extra com o pequeno Mateus, que começa a dar sinais de ciúme.
– Ele está meio ciumento, toda vez que ele me vê passando a mão na barriga da minha mulher, logo chega perto e quer chamar a atenção. Acho que é um fato absolutamente normal, vou até ligar para o meu pai e saber como ele fez – brincou o jogador, que tem irmãos.

O principal "garçom" do São Paulo na temporada 2012, com sete passes para gols, revela que a família foi muito importante no difícil período de adaptação que viveu no São Paulo, quando chegou a ser barrado da equipe titular pelo técnico Emerson Leão.
– Quando as coisas não dão certo, você começa a se questionar. Eu sei jogar e estou em um grande clube. Neste período, chegava todo o dia em casa e desabafava para minha mulher. Ela não entende muito de futebol, mas teve uma importância fundamental, me dando apoio o tempo todo. A presença do Mateus também deu muita força – disse Jadson.
– Quando eu chegava bravo do treino, não tinha como ver seu filho e não voltar a sorrir. Minha família é meu porto seguro – emendou.