“Já realizei o sonho de ser chamado, mas desta vez deixo tudo naturalmente, sem me preocupar em ser chamado de novo. As coisas acontecerão naturalmente”, afirmou o camisa 16, um dos principais destaques do time que lidera o Campeonato Paulista e vem em uma sequência de sete vitórias.

Desempenho possível graças à escalação na sua posição, como terceiro homem de meio-campo – posto que ele chegou a cobrar com irritação em entrevista coletiva sob o comando de Adilson Batista. Foi nesta função que ele participou dos treinos de Mano Menezes no ano passado. E é assim que conquistou Leão após ser barrado até do banco de reservas no segundo jogo do técnico, em 2011, e ter reclamado de injustiça.
“O que rendo em campo hoje me deixa muito à vontade para apresentar meu futebol. Chego como elemento surpresa, armando jogadas”, comemorou, mostrando sintonia com o chefe. “Ser elogiado e ter a confiança do treinador é tudo para o jogador. Sei da minha capacidade, meu potencial, o que posso render. Boto em prática e está saindo. O que ele pede, faço com 100% de certeza e a coisa tem fluído, estou pegando mais confiança.”
Confiança que não o fez contestar mesmo quando escalado como centroavante, como foi necessário nesta temporada. Cícero, na verdade, até gostou. “Gosto de jogar no ataque às vezes, como homem de área, para escorar para trás, cabeceio, poder de finalização. Peguei gosto. Mas gosto de ser o