
Paulo Miranda e Rhodolfo não treinaram bola áerea antes de pegar o Guará (Foto: Anderson Rodrigues)
Na segunda, um dia após o clássico contra o Palmeiras, houve apenas um regenerativo para os atletas. Na terça, os beques titulares ficaram no Reffis o tempo todo. O auxiliar do treinador, Fernando Leão, trabalhou a bola parada com quatro jogadores dentro da área: Edson Silva, Rodrigo Caio, Luiz Eduardo e Henrique Miranda. Nesta quarta, houve apenas um tático em campo reduzido. Leão nem ficou com os titulares, foi para outro campo para observar as finalizações feitas por Luis Fabiano, que está em processo final de recuperação de lesão na coxa direita.
Com isso, o time tentará resolver seu problema na base da conversa. Vale lembrar que o Guaratinguetá, rival desta quinta-feira, marcou 13 gols nos dez jogos que disputou.
– Sem dúvida, preocupa, afinal tomamos seis gols nos últimos dois jogos. Isso faz com que todo mundo repense o que está fazendo. Mas não adianta querer culpar só a defesa. Eu sou volante, homem de marcação, e também tenho minha tarefa. No intervalo do jogo em Prudente, o Leão pediu para o Lucas e o Fernandinho marcarem os laterais. Ele tem falado demais e, o que ele mais alerta, tem acontecido nos jogos – ressaltou o volante Denilson.
Outro fator que tem atrapalhado bastante o sistema defensivo é o estilo de jogo do meio-campo. Enquanto Denilson se destaca na marcação, Casemiro e Cícero gostam de subir ao ataque e, em várias ocasiões, deixam o setor descoberto. Questionado sobre isso, o volante saiu pela tangente.
– Quem tem de falar sobre isso é o Leão. Eu, às vezes, alerto os companheiros, peço para eles voltarem. Com o tempo, vamos corrigir os erros e acredito que, em mais um mês, estaremos prontos para dar uma arrancada nos campeonatos.