"Houve um acordo com o Werder para que ele treinasse e mantivesse a forma. O fato de ele usar a camisa (de treino) do Palmeiras é normal, porque ele está treinando aqui, e, se tiver que voltar para a Alemanha, já volta em forma. Está tudo combinado para ele ser contratado, desde que se pague, e a campanha (de crowdfunding) busca viabilizar esse pagamento. O nosso parceiro, que é a torcida, que vai nos mostrar se apostamos certo ou errado", disse Frizzo.

Já Arnaldo Tirone, presidente do Palmeiras, aproveitou o assunto para dar até uma alfinetada no rival São Paulo: "O fato do Wesley já estar com o uniforme é um grande passo, quer dizer que ele está com um pé no Palmeiras. Tem um time que tem um Reffis para recuperar jogador, o cara coloca uniforme e acaba não ficando nesse time. O Wesley quer jogar no Palmeiras. Vamos ver a força da torcida", afirmou o mandatário. "Outros clubes de São Paulo já cogitaram fazer isso (campanha de crowdfunding), mas não conseguiram nem completar as exigências mínimas para iniciar o processo", completou Frizzo.
Tirone também aproveitou para se posicionar contra as críticas recebidas pelo programa de arrecadação de dinheiro. "O mais fácil era falar que não tem dinheiro e não vai mais contratar. Aí iam falar que o Palmeiras é incompetente. O Palmeiras é grande. Todo mundo falava que a gente estava sem patrocinador, mas ele veio. Em dezembro, falavam que a gente não tinha contratado ninguém, depois contratamos e os jogadores corresponderam. Não podemos ficar de braços cruzados. É um projeto ousado, e acreditamos que pode dar certo. Tem centenário do clube (em 2014), inauguração da Nova Arena, então temos que ter um time cada vez mais forte", comentou.