O São Paulo vive dias de "olho no furacão". Entre a crise política no Conselho e os resultados oscilantes em campo, o presidente Harry Massis decidiu adotar uma postura de enfrentamento à insatisfação das arquibancadas. Em pronunciamento oficial, o mandatário não apenas bancou a permanência de Roger Machado, como direcionou críticas à forma como o torcedor tem conduzido os protestos.
Para Massis, a cobrança ultrapassou o limite do apoio e passou a ser um fator de desestabilização emocional para os atletas. O presidente citou episódios recentes — como a ansiedade nítida em campo e falhas técnicas em momentos capitais (incluindo o pênalti perdido no último jogo) — como reflexo direto do ambiente hostil criado no MorumBIS.
A Defesa do Processo
A diretoria mantém a convicção de que Roger Machado precisa de tempo. Segundo Massis, os sinais de progresso são visíveis no dia a dia do CT da Barra Funda:
Evolução Tática: O presidente afirma que a filosofia de Roger está sendo absorvida, mas que a "pressão externa" impede que isso se traduza em fluidez nos 90 minutos.
Suporte ao Treinador: A cúpula entende que trocar o comando agora seria repetir erros do passado, jogando fora meses de trabalho em uma temporada já atribulada.
"Decisão" em Campinas
O próximo compromisso do Tricolor é contra a Ponte Preta, fora de casa. A partida é tratada internamente como uma final antecipada. Uma vitória em Campinas teria valor dobrado:
Alívio Imediato: Silenciaria as críticas mais agudas e daria respaldo ao discurso da presidência.
Tabela: O São Paulo precisa somar pontos para não se descolar do pelotão de frente e evitar que a crise política contamine de vez a zona classificatória do campeonato.
Apelo pela União
Massis encerrou sua fala com um apelo direto aos são-paulinos: que as críticas fiquem para antes ou depois do apito final. O objetivo é criar uma "bolha de confiança" para que o time recupere a intensidade e a organização tática que Roger Machado tanto preza.
"Precisamos que o torcedor seja o nosso 12º jogador, e não o primeiro adversário. O clima de desconfiança está punindo o desempenho dos nossos atletas", enfatizou o presidente.
A estratégia de Harry Massis é arriscada. Ao confrontar o sentimento da torcida para proteger o técnico, ele vincula seu capital político diretamente ao sucesso de Roger. O resultado contra a Ponte Preta dirá se o presidente conseguiu a trégua necessária ou se apenas jogou mais combustível na fogueira.
A postura de Harry Massis divide opiniões: alguns veem coragem em blindar o técnico, outros veem uma tentativa de transferir a culpa para a arquibancada. Você acredita que a torcida realmente tem "atrapalhado" o desempenho do time, ou os resultados ruins são fruto exclusivo de escolhas erradas da gestão e da comissão técnica?
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Harry Massis critica hostilidade da torcida e blinda Roger Machado antes de duelo decisivo
O presidente do São Paulo, Harry Massis, saiu em defesa de Roger Machado. Criticando a pressão excessiva da torcida, o mandatário pediu união para o jogo contra a Ponte Preta e afirmou que o grupo está sendo afetado emocionalmente pelo clima no MorumBIS.
Fonte SPFC.net
24 de Abril de 2026
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