Se Juvenal queria mais pegada em 2012, ao menos pelo coletivo de ontem, conseguiu. A postura dos jogadores em 60 minutos chamou a atenção. Se a parte técnica e física, pelo pouco tempo de preparação, não são ideais, vontade não faltou neste primeiro trabalho em que Leão esboçou a equipe da estreia do Paulistão.
E o treinador contribuiu para isso. Em lances de falta, deixava o jogo correr. Sem dar moleza.
– Levanta, levanta. Vamos, segue o jogo – ordenava o técnico.
Casemiro dividiu com Wellington e os dois foram parar em um dos bancos. João Filipe com Fabuloso, Denilson com Rodrigo Caio…
Voz de comando também não faltou. Em alguns momentos não era possível saber quem falava, tamanha a quantidade de jogadores que pedia a bola ou orientava.
Entre os recém-contratados, Paulo Miranda, Cortês e Maicon ganharam oportunidade entre os titulares. O zagueiro, ao lado de Rhodolfo, demonstrou segurança e foi quem mais chamou a atenção. Lateral e meia foram tímidos.
Como já tinha avisado, Leão apostou no esquema com dois defensores e apoio pelos lados. Fica claro que falta um meia (que será Jadson) para pensar. Maicon quebrou galho, mas falta velocidade e toques mais decisivos, que deixem os atacantes de cara para o gol. Fernandinho apareceu bem na frente e mostrou entrosamento com Fabuloso. Mas peca na pontaria, ruim como em 2011.
O resultado de 1 a 0 para os reservas, que marcaram com Juninho em saída errada de Rogério Ceni, pouco importa neste momento. A postura, ao menos neste começo, parece diferente. A parte tática, técnica e física só com o tempo e são consequência.
Primeiro coletivo do São Paulo teve pegada forte
Fonte Lance!
14 de Janeiro de 2012
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