"Ainda não chegou nada a mim, não sei de nada. Mas meu objetivo é ficar. Se o São Paulo quiser renovar por mais 15 anos, estou aqui disponível para isso", falou o sorridente volante, vinculado ao Tricolor paulista até 19 de dezembro de 2015.
Apesar do manifestado desejo de continuar na equipe que o formou, o jogador precisará provar novamente neste ano que merece a condição de titular com a qual terminou 2011. Se Jean foi negociado com o Fluminense, Fabrício foi contratado já com status de referência na marcação no meio-campo e Cléber Santana e Juninho voltaram de seus empréstimos para Atlético-PR e Los Angeles Galaxy, respectivamente.
Mas Wellington está pronto para superar não só os novos concorrentes, como também Casemiro, Denílson, Rodrigo Caio, Carlinhos Paraíba e Dener, outros volantes que já estavam no elenco em 2011 - e ainda existe a promessa de que Alan se juntará ao grupo depois de participar da Copa São Paulo de Futebol Júnior.
"A cobrança será maior, chegaram muitos reforços e já são muitos para a posição. Mas só são mais jogadores, a qualidade é a mesma. É necessário ter tranquilidade e cabeça boa para se manter no time. Confio no meu trabalho. Se eu tiver oportunidade, darei o meu melhor para ser titular", prometeu.Como trunfo, Wellington conta ainda com a possibilidade de atuar também como ala ou lateral direito, maneira como foi escalado por Ricardo Gomes, Paulo César Carpegiani e Adilson Batista, todos antecessores de Emerson Leão. E o jogador não tem medo de ser prejudicado jogando fora de sua posição, como acabou ocorrendo com Jean, que perdeu espaço e acabou deixando o clube.
"O risco é grande em qualquer posição, a concorrência é muito grande. Todos e o Leão sabem que sou jogador de meio-campo, mas, se precisar de mim até na lateral esquerda, estou à disposição e tentarei fazer o meu melhor", assegurou.