Com três treinadores contratados e um interino, a diretoria são-paulina chegou à conclusão de que as mudanças de comando não foram o fator que determinou o terceiro ano sem títulos.
Mas, à medida que as mudanças foram sendo implementadas, os donos do cargo despencavam em aproveitamento em relação ao seu antecessor.
Em relação aos números apenas deste ano, Paulo César Carpegiani, que saiu no começo de julho, ganha de goleada.
Em 36 apresentações, ele alcançou 68,5% de pontos conquistados.
