Questionado por Juvenal, Rivaldo deixa futuro nas mãos de Deus
Fonte Gazeta Esportiva
20 de Novembro de 2011
Contratado em janeiro fazendo o departamento de marketing sonhar com lucros pela chegada do camisa 10 que faltava ao clube há anos, Rivaldo já foi colocado até pelo presidente Juvenal Juvêncio como uma das principais causas da demissão de Adilson Batista. O cenário torna improvável a renovação de seu contrato, que acaba no fim do ano. Mas o veterano ainda não quer falar sobre seu vínculo.
"Meu futuro pertence a Deus. Vou cumprir esses dois jogos", limitou-se a dizer o meia de 39 anos, prometendo se pronunciar melhor sobre o que fará em 2012 após as duas rodadas que restam no Campeonato Brasileiro. "Vou saber só no momento certo. E isso depende do São Paulo", continuou.
A indefinição do melhor jogador do mundo em 1999 é uma prova da temporada aquém das expectativas que despertou. O astro da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 2002 não conseguiu tornar-se incontestável no time com nenhum dos três técnicos que passaram pelo Morumbi.

A torcida foi sua aliada, tanto que a insistência de Paulo César Carpegiani em deixá-lo no banco virou razão para ser dispensado - com raras chances, Rivaldo disse sentir a maior humilhação da carreira. Já Adilson, na visão de Juvenal, falhou ao se preocupar em atender aos pedidos pelo meia na equipe em vez de sacá-lo quando mais prejudicava do que ajudava.
Agora, com Emerson Leão, nem se ouve mais o nome do famoso jogador nas arquibancadas. Sua continuidade no clube seria uma surpresa. Mesmo sem chegar perto dos títulos que imaginou ao aceitar o convite de Rogério Ceni no início do ano, o veterano desperta interesse da Portuguesa e do Santa Cruz, time que o lançou nos anos 1990, e pode até retornar ao Mogi Mirim, clube em que é proprietário.
Tudo isso, contudo, será definido somente em duas semanas. Antes de completar 40 anos, em abril, Rivaldo quer garantir o São Paulo na Libertadores sendo importante da forma que for possível nos clássicos contra Palmeiras e Santos. "Necessitamos das vitórias e temos que consegui-las", falou.
"Meu futuro pertence a Deus. Vou cumprir esses dois jogos", limitou-se a dizer o meia de 39 anos, prometendo se pronunciar melhor sobre o que fará em 2012 após as duas rodadas que restam no Campeonato Brasileiro. "Vou saber só no momento certo. E isso depende do São Paulo", continuou.
A indefinição do melhor jogador do mundo em 1999 é uma prova da temporada aquém das expectativas que despertou. O astro da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 2002 não conseguiu tornar-se incontestável no time com nenhum dos três técnicos que passaram pelo Morumbi.

A torcida foi sua aliada, tanto que a insistência de Paulo César Carpegiani em deixá-lo no banco virou razão para ser dispensado - com raras chances, Rivaldo disse sentir a maior humilhação da carreira. Já Adilson, na visão de Juvenal, falhou ao se preocupar em atender aos pedidos pelo meia na equipe em vez de sacá-lo quando mais prejudicava do que ajudava.
Agora, com Emerson Leão, nem se ouve mais o nome do famoso jogador nas arquibancadas. Sua continuidade no clube seria uma surpresa. Mesmo sem chegar perto dos títulos que imaginou ao aceitar o convite de Rogério Ceni no início do ano, o veterano desperta interesse da Portuguesa e do Santa Cruz, time que o lançou nos anos 1990, e pode até retornar ao Mogi Mirim, clube em que é proprietário.
Tudo isso, contudo, será definido somente em duas semanas. Antes de completar 40 anos, em abril, Rivaldo quer garantir o São Paulo na Libertadores sendo importante da forma que for possível nos clássicos contra Palmeiras e Santos. "Necessitamos das vitórias e temos que consegui-las", falou.
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