Após falha no gol de Guerrón, Cícero culpa troca de posicionamento
Fonte Gazeta Esportiva
17 de Novembro de 2011
O gol de Guerrón, aos dez minutos do primeiro tempo, que definiu a derrota por 1 a 0 do São Paulo para o Atlético-PR, teve influência direta de Cícero, responsável por deixar o atacante livre para bater na saída de Rogério Ceni. Mas o meio-campista improvisado na lateral esquerda distribui a culpa entre os colegas de defesa.
"Houve troca de posicionamento na hora do gol", defendeu-se Cícero. No momento do gol, Nieto abriu as pernas para que a bola chegasse a Guerrón. Até que ela encontrasse os pés do equatoriano, ainda passou por Rhodolfo e Carlinhos Paraíba, que reclamaram com Cícero assim que as redes foram balançadas.
Depois da partida, entretanto, a tentativa foi de não tornar o camisa 16 vilão do mau resultado. "Não adianta um ou outro assumir sozinho a culpa. É o time inteiro. Infelizmente, aconteceu. Agora, é pensar no América-MG [no sábado, no Morumbi]", disse Rhodolfo, que costuma deixar o campo após tropeços questionando o time.
Fernando Dantas/Gazeta Press

Cícero não assume o posto de vilão e divide a culpa pelo gol do Atlético-PR com companheiros da defesa
Durante o desembarque da delegação nesta quinta-feira no aeroporto de Congonhas, bastava falar na falha que gerou o gol adversário que todos respondiam com lembranças do segundo tempo. Na etapa final, o Tricolor teve atuação "primorosa" na avaliação de Emerson Leão - ideia que só Rogério Ceni parece ter discordado.
"No segundo tempo, a equipe fez um belo trabalho. Faltou só criar as oportunidades para fazer o gol", lamentou Cícero, até em sua defesa. "Fomos bem no segundo tempo. Se fizéssemos o mesmo no primeiro tempo, ganharíamos o jogo. Infelizmente, não deu", concordou Rhodolfo.
A dois pontos da zona de classificação para a Libertadores antes da conclusão da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, os jogadores, enfim, abriram mão do título, mas só porque matematicamente já é impossível alcançar o líder Corinthians. "Dá para pensar em Libertadores, temos que ser realistas. Está difícil, mas temos condições de conquistar essa vaga", discursou Cícero.
"Houve troca de posicionamento na hora do gol", defendeu-se Cícero. No momento do gol, Nieto abriu as pernas para que a bola chegasse a Guerrón. Até que ela encontrasse os pés do equatoriano, ainda passou por Rhodolfo e Carlinhos Paraíba, que reclamaram com Cícero assim que as redes foram balançadas.
Depois da partida, entretanto, a tentativa foi de não tornar o camisa 16 vilão do mau resultado. "Não adianta um ou outro assumir sozinho a culpa. É o time inteiro. Infelizmente, aconteceu. Agora, é pensar no América-MG [no sábado, no Morumbi]", disse Rhodolfo, que costuma deixar o campo após tropeços questionando o time.
Fernando Dantas/Gazeta Press

Cícero não assume o posto de vilão e divide a culpa pelo gol do Atlético-PR com companheiros da defesa
Durante o desembarque da delegação nesta quinta-feira no aeroporto de Congonhas, bastava falar na falha que gerou o gol adversário que todos respondiam com lembranças do segundo tempo. Na etapa final, o Tricolor teve atuação "primorosa" na avaliação de Emerson Leão - ideia que só Rogério Ceni parece ter discordado.
"No segundo tempo, a equipe fez um belo trabalho. Faltou só criar as oportunidades para fazer o gol", lamentou Cícero, até em sua defesa. "Fomos bem no segundo tempo. Se fizéssemos o mesmo no primeiro tempo, ganharíamos o jogo. Infelizmente, não deu", concordou Rhodolfo.
A dois pontos da zona de classificação para a Libertadores antes da conclusão da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, os jogadores, enfim, abriram mão do título, mas só porque matematicamente já é impossível alcançar o líder Corinthians. "Dá para pensar em Libertadores, temos que ser realistas. Está difícil, mas temos condições de conquistar essa vaga", discursou Cícero.
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