A polêmica sobre a legalidade do terceiro mandato consecutivo de Juvenal Juvêncio como presidente do São Paulo voltou à tona.
O desembargador Theodureto Camargo, da 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, decidiu ontem acatar ação da oposição que torna ilegal a eleição de abril.
No pleito, o atual mandatário, amparado por recurso analisado pelo próprio desembargador, derrotou o oposicionista Edson Lapolla por 163 votos a 7. O resultado, porém, ficou sub júdice.
A nova decisão anula esse recurso e, em tese, obriga que a reforma estatutária que permitiu ao presidente disputar sua segunda reeleição consecutiva seja aprovada pelos sócios, e não apenas pelo Conselho.
Segundo um dos líderes da situação, Carlos Miguel Aidar, o grupo pró-Juvenal irá recorrer da decisão, e não há risco de o presidente ser afastado. "A oposição está fazendo tempestade em um copo d'água", disse.
Não é o que pensa Lapolla. O candidato derrotado considera que a manutenção do mandatário é ilegal. E defende que o posto seja ocupado por um interventor ou pelo presidente do Conselho Deliberativo do clube, José Carlos Ferreira Alves, até uma nova eleição.
Em maio, o juiz Carlos Alberto de Campos Mendes, da 3ª Vara Cível de Pinheiros, decidira que o resultado do pleito é ilegal.
Eleição tem novo capítulo; opositor pede interventor
Fonte Folha.com
30 de Setembro de 2011
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