‘O campeão voltou’. Para ficar de vez?
Fonte Lance!
8 de Setembro de 2011
Após festa emocionante proporcionada por clube e torcida para homenagear o jogo mil de Rogério Ceni, faltava a vitória para deixar a tarde inesquecível. E ela veio com méritos e entrega suficiente para empolgar o torcedor, que voltou a entoar o grito de“o campeão voltou”.
O ato se justifica pelo empenho de um time que brigou em todas as jogadas, como tanto pediu seu capitão antes da partida.
Atitude diferente dos últimos três jogos em casa no Brasileiro e sem vitória. Ontem, tal fator superou as deficiências ainda notadas, principalmente no ataque.
Com a volta de Lucas, Adilson Batista voltou a apostar na movimentação de seus jogadores de frente, com Cícero e Dagoberto se revezando mais dentro da área.
Porém, novamente a equipe teve dificuldade de criar jogadas de aproximação e os lances perigosos vieram quase sempre em chutes de média e longa distância.
Uma preocupação que Adilson terá de levar para os próximos jogos, pelo menos até o retorno de Luis Fabiano, muito próximo.
Na defesa, com Rodrigo Caio, de 18 anos, de primeiro volante, e Wellington na lateral direita, o time se saiu bem. Teve raríssimos deslizes, como no lance do gol atleticano, do zagueiro Réver, em que houve bobeada pelo alto.
Mas nada que Dagoberto, com um chute de fora da área, no segundo tempo, não pudesse consertar. Agora líder, o Tricolor terá de mostrar que pode ser vibrante como ontem em todo o campeonato. Assim, será muito forte.
O ato se justifica pelo empenho de um time que brigou em todas as jogadas, como tanto pediu seu capitão antes da partida.
Atitude diferente dos últimos três jogos em casa no Brasileiro e sem vitória. Ontem, tal fator superou as deficiências ainda notadas, principalmente no ataque.
Com a volta de Lucas, Adilson Batista voltou a apostar na movimentação de seus jogadores de frente, com Cícero e Dagoberto se revezando mais dentro da área.
Porém, novamente a equipe teve dificuldade de criar jogadas de aproximação e os lances perigosos vieram quase sempre em chutes de média e longa distância.
Uma preocupação que Adilson terá de levar para os próximos jogos, pelo menos até o retorno de Luis Fabiano, muito próximo.
Na defesa, com Rodrigo Caio, de 18 anos, de primeiro volante, e Wellington na lateral direita, o time se saiu bem. Teve raríssimos deslizes, como no lance do gol atleticano, do zagueiro Réver, em que houve bobeada pelo alto.
Mas nada que Dagoberto, com um chute de fora da área, no segundo tempo, não pudesse consertar. Agora líder, o Tricolor terá de mostrar que pode ser vibrante como ontem em todo o campeonato. Assim, será muito forte.
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