E surge a chance para Henrique
Fonte Estadão
Por Layla Reis
A fase do São Paulo não é das melhores, principalmente quando joga em casa. Mas, como desgraça pouca é bobagem, Adilson Batista tem praticamente um time fora de ação para o jogo com o Figueirense, no sábado, em Florianópolis. A turma de baixas é significativa, a começar de Denilson, Fernandinho, Bruno Uvini e Cañete, machucados. Mais Piris e Lucas, nas seleções de Paraguai e Brasil, respectivamente. E termina com Jean, Juan e Wellington machucados. Não coloco o Luís Fabiano nessa lista, porque ele nem estreou.
Adilson naturalmente recorre a modificações, na eterna busca da formação ideal. Desta vez, será obrigado a usar da criatividade para montar um time razoável na tentativa de recuperar-se da derrota para o Fluminense (2 a 1, no Morumbi). Uma delas é deslocar João Filipe para a direita, na ausência de alternativas. O rapaz diz que encara o desafio, mas pede um desconto para a torcida. Torcida, aliás, que anda impaciente, com razão.
A compensação, se é possível encarar dessa forma, fica para a presença de Henrique. O rapaz foi destaque na campanha do penta mundial da seleção brasileira Sub-20, foi eleito melhor jogador do torneio disputado na Colômbia e ando mais inquieto que cavalo novo. Assim que voltou da competição, dez dias atrás, pediu oportunidade e ensaiou uma rebelião. Sossegou ao receber um contrato melhor e a promessa de aproveitamento.

A chance apareceu agora, e se Adilson não recuar vai formar dupla de ataque com Marlos, se Dagoberto também for poupado (está com febre). Henrique é um dos jovens com bom potencial e, se não sentir o peso da responsabilidade e contar com paciência do treinador, logo vira opção confiável. O que não tem sido lá muito confiável é o futebol do São Paulo, que de vacilo em vacilo vai ficando para trás na briga pelo título. Ok, tem tempo para reação, mas não pode demorar.
Adilson naturalmente recorre a modificações, na eterna busca da formação ideal. Desta vez, será obrigado a usar da criatividade para montar um time razoável na tentativa de recuperar-se da derrota para o Fluminense (2 a 1, no Morumbi). Uma delas é deslocar João Filipe para a direita, na ausência de alternativas. O rapaz diz que encara o desafio, mas pede um desconto para a torcida. Torcida, aliás, que anda impaciente, com razão.
A compensação, se é possível encarar dessa forma, fica para a presença de Henrique. O rapaz foi destaque na campanha do penta mundial da seleção brasileira Sub-20, foi eleito melhor jogador do torneio disputado na Colômbia e ando mais inquieto que cavalo novo. Assim que voltou da competição, dez dias atrás, pediu oportunidade e ensaiou uma rebelião. Sossegou ao receber um contrato melhor e a promessa de aproveitamento.

A chance apareceu agora, e se Adilson não recuar vai formar dupla de ataque com Marlos, se Dagoberto também for poupado (está com febre). Henrique é um dos jovens com bom potencial e, se não sentir o peso da responsabilidade e contar com paciência do treinador, logo vira opção confiável. O que não tem sido lá muito confiável é o futebol do São Paulo, que de vacilo em vacilo vai ficando para trás na briga pelo título. Ok, tem tempo para reação, mas não pode demorar.
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