
Rogério Ceni marcou seu centésimo gol no clássico contra o Corinthians
Foto: Fernando Borges/Terra
Após a conquista do seu centésimo gol, o goleiro do São Paulo, Rogério Ceni, definiu a experiência como "melhor" do que um dia imaginou. O arqueiro relembrou os profissionais com quem trabalhou, entre eles os técnicos - em especial Telê Santana, que o incentivou a treinar, e Muricy Ramalho, que permitiu a primeira cobrança de faltas. "Não fosse pela posição firme dele (Muricy), de me dar este apoio no primeiro jogo de 1997, isso não teria acontecido. Agradeço a todos os profissionais com quem já trabalhei", disse.
Rogério também brincou e se comparou a ninguém menos que Pelé, que fez mais de mil gols na carreira. "Eu sou melhor que Pelé. No gol", disse o são-paulino, que descartou ser o maior ídolo da história do clube tricolor. "Como é que eu poderia me comparar com Raí, com Pedro Rocha? Tenho certeza de que, dentro da história que me propus a escrever, vou ficar na memória de muita gente", minimizou.
De acordo com ele, o local de cobrança da falta deste domingo, contra o Corinthians, na Arena Barueri, foi praticamente o mesmo daquele fevereiro de 1997, quando marcou seu primeiro gol. "Nem nos sonhos conseguiria realizar este centésimo gol de forma tão plena. Minha mãe no céu certamente está muito feliz", disse.
O capitão do clube do Morumbi encerrou enaltecendo o time tricolor, que defende desde 1990. "O São Paulo foi o clube que mudou a minha vida. Queria fazer um gol pela Seleção, mas ninguém caiu. O São Paulo é a minha Seleção", afirmou.