O presidente do Clube dos 13, Fábio Koff, voltou a defender a licitação pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro no triênio 2012-2014, cujo resultado para a TV aberta será conhecido na próxima sexta-feira, e ironizou os clubes dissidentes que ameaçam até deixar a entidade.
Em entrevista publicada na edição desta quinta-feira do jornal O Estado de S.Paulo, o cartola minimizou o racha que atingiu a entidade. “O Clube dos 13 é muito mais que isso. Tudo o que o futebol brasileiro conseguiu nos últimos 20 anos teve a participação do C13, que nunca foi elitista”, afirmou. “É evidente que os clubes que formaram a associação determinam os rumos. E do mesmo jeito que entraram, eles também podem sair. Não sou eu que vou dizer para ficarem.”
Em relação à negociação pelos direitos do Brasileirão, Fábio Koff disse que está “cumprindo o que foi acertado com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)”. “Assinamos um acordo. E a Globo também assinou. Não fui eu que inventei isso. Se os clubes entenderem que não precisam cumprir o compromisso assinado com o Cade, façam como quiserem. Eu não tenho de cumprir.”
Em relação à possível criação de uma liga nacional de clubes independente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), sonho inicial desde a criação do C13, Koff demonstrou ceticismo. “Essa é uma coisa que até agora não conseguimos. Na hora de fincar pé e fazer prevalecer os direitos, sempre houve recuo. Mas se tudo isso resultar numa liga independente, que não tenha ligação nenhuma com o poder central, ótimo”, diz.
'Do jeito que entraram, podem sair', diz presidente do C13 sobre clubes dissidentes
Fonte ESPN
10 de Março de 2011
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