Juvenal culpa CBF por imbróglio e se delicia com Taça das Bolinhas

Fonte Gazeta Esportiva
Para manter a aliança política com o Flamengo, Juvenal Juvêncio argumentou que um acordo sobre o destino da Taça das Bolinhas poderia ter ocorrido há 14 anos, sem nem ser cogitada a parar no Morumbi. O presidente do São Paulo alega que o responsável pela confusão que se mantém até hoje é Ricardo Teixeira, seu inimigo político e presidente da CBF.
Em 1997, foi assinado pelo Clube dos 13 um documento no qual todos os seus integrantes, incluindo o recém-integrado Sport, aceitavam a divisão do título brasileiro de 1987 entre o Leão da Ilha do Retiro, que já era reconhecido pela CBF, e o Flamengo, campeão da Copa União organizado pelo Clube dos 13. A tentativa não foi adiante, segundo Juvenal, por causa da confederação.
O cartola do Tricolor atacou também Kléber Leite, que era o presidente do Flamengo que assinou o documento em 1997. Leite, como candidato de Teixeira na eleição do Clube dos 13 no ano passado, foi derrotado por Fábio Koff, candidato apoiado por Juvenal Juvêncio e Patrícia Amorim, atual presidente do Rubro-Negro carioca.
"O Kléber Leite falou que o Sport só entraria no Clube dos 13 se reconhecesse o Flamengo como campeão brasileiro. Dissemos a ele:nada disso'. Propusemos, então, a divisão, mas a CBF não quis", relembrou Juvenal Juvêncio, deixando claro que respeita o Rubro-Negro carioca. "O Flamengo lutou no campo e quero respeitar o Flamengo. Consegui falar com a Patrícia e mandei um e-mail reconhecendo a sua luta."
A CBF ainda não divulgou sua posição sobre a liminar obtida pelo Flamengo que obriga a entidade e a Caixa Econômica Federal, criada da Taça das Bolinhas, a pagar R$ 500 mil ao clube rubro-negro caso entregasse o troféu, o que ocorreu na manhã desta segunda-feira.
Para mostrar sua união com a equipe da Gávea, o São Paulo até publicou em seu site oficial um documento com três páginas enviado a Patrícia Amorim. A carta explica que Juvenal Juvêncio foi receber a Taça das Bolinhas como uma obrigação pelas conquistas que o clube teve. Mas a agremiação reconhece o Flamengo como campeão brasileiro de 1987 por ter conquistado "brilhantemente nos gramados do país" a Copa União.
O mandatário do Tricolor, no entanto, concordou ao ouvir o ditado de que "taça guardado no armário não sai mais". "Primeiro vou exibi-la, me deliciar com ela e fazer um merchandising. Depois preciso arrumar um lugar que ainda não escolhi para ela, já que a nossa sala de troféus está cheia", gabou-se Juvenal Juvêncio, que disse seguidamente a Rogério Ceni que fizesse um gesto que corroborasse a posse Fo troféu. "Vem aqui Rogério, põe a mão", repetia o presidente.
O capitão são-paulino, no entanto, preferiu não entrar na polêmica. O goleiro, na verdade, valorizou a união das agremiações reforçadas nas eleições do Clube dos 13 no anos passado. "O São Paulo e o Flamengo estão juntos em prol do futebol do nosso país. Espero que nada atrapalhe isso", comentou Rogério Ceni.
O Sport, outra parte envolvida, sempre se diz campeão brasileiro de 1987. Homero Lacerda, presidente do Leão naquela conquista, já definiu o documento do Clube dos 13 como "com valor menor do que papel higiênico usado" e reforçou a ação judicial que confirma o título à equipe da Ilha do Retiro.
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