Apesar de o Tricolor planejar uma série de ações de marketing para valorizar a contratação de Rivaldo, a diretoria do clube e o técnico Paulo César Carpegiani já começaram a tirar um pouco da pressão das costas do camisa 10, que nesta quarta-feira foi liberado pela Fifa ? ele já pode jogar pelo São Paulo.
Um dos pontos mais polêmicos da contratação de Rivaldo está sendo tratado com naturalidade pelos cartolas tricolores. É ético o veterano atleta atuar pelo clube do Morumbi e, ao mesmo tempo, ser presidente do Mogi Mirim, agremiação que também disputa o Campeonato Paulista?
"Houve uma consulta aos nossos advogados e não existe impedimento para a escalação do Rivaldo. O regulamento não proíbe a utilização de um jogador que tem função diretiva. Mas, se houver uma intenção para que ele saia do Mogi, nós solicitaremos a saída", afirmou o diretor de futebol do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes.
Carpegiani fez questão de ressaltar que Rivaldo não será a solução para todos os problemas. "Não vai ser a salvação e não queremos jogar toda a responsabilidade em cima dele. Será mais um atleta útil", disse o treinador.
Mais um para a coleção
Nesta quarta-feira, o goleiro vai completar a marca de 73 partidas seguidas pelo Tricolor. Em 20 anos de clube, a maior série de Rogério no Morumbi era de 72 jogos, em 2004/05.
Clube tenta tirar pressão das costas de Rivaldo
Diretoria minimiza fato de o atleta também ser presidente do Mogi Mirim e Carpegiani diz que o camisa 10 não será a solução para o time
Fonte Diário de São Paulo
26 de Janeiro de 2011
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