Aliviado sem Libertadores, Marco Aurélio Cunha do São Paulo pede ganância a Mota
Marco Aurélio Cunha diz que torneio exerce pressão sobre jovens e que meia de 21 anos precisa de 'algo mais'. Jogador quer chance em outro clube
Fonte globo esporte
22 de Dezembro de 2010
Depois de sete anos seguidos disputando a Libertadores da América, o São Paulo terá um ano atípico em 2011. Fora da competição sul-americana, a equipe do Morumbi voltará a jogar a Copa do Brasil. Para Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol, é algo até bom para aproveitar melhor a base.
- Às vezes eu tenho certo alívio por não jogar a Libertadores. A pressão desse torneio é grande e isso fecha portas para oportunidades aos jogadores da base - declarou Cunha.
Fora da Libertadores, porém, é o suficiente. Segundo o dirigente tricolor, a ideia é voltar ao torneio já em 2012. Na próxima temporada, a equipe terá três oportunidades de assegurar vaga. Primeiro na Copa do Brasil, depois no Campeonato Brasileiro e também na Copa Sul-Americana.
Já que Marco Aurélio Cunha falou da base, um jogador que era tido como promessa e ainda não se firmou no clube é o meia Sérgio Mota, de 21 anos. Ele chegou a ter algumas chances na equipe principal, mas nunca as aproveitou bem.
- O Sérgio Mota precisa buscar essa chance com ganância. Eu o vi passar por três treinadores, e todos diagnosticaram que precisa de algo mais. Precisa de mais equilíbrio das partidas. Talvez ele precise de um período que o marque em algum clube. Mas o empréstimo precisa ser monitorado - acrescentou Cunha.
O jogador em princípio se reapresentará em 4 de janeiro ao São Paulo, clube com o qual tem contrato até o fim de 2012, mas deixa claro que a sua vontade é respirar novos ares.
- Quero jogar mais, pegar uma experiência e consolidar meu futebol, e quem sabe voltar bem neste time que me abriu as portas - afirmou o jogador, que não esconde a mágoa por não ser aproveitado no Tricolor como gostaria. - Você surge como uma promessa, faz de tudo pra jogar, treina todo dia e fica esperando por uma oportunidade que nunca chega. Quando ela chega, é entrar faltando cinco ou dez minutos para acabar um jogo. Só minha família sabe a situação que estou passando. Estou chateado.
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