- Não tem como, todo mundo viu que teve uma mudança, principalmente na parte da marcação. Começos a marcar desde o ataque. Quando os adversários chegavam à nossa defesa, já estavam mortos nos nossos pés.
O atleta revelou ainda que o ex-técnico são-paulino Sérgio Baresi também pedia marcação aos atacantes, mas explicou que a tática funcionou diante do Vitória pela exigência maior de Carpegiani.

- O Baresi até pedia, mas o Paulo foi um pouquinho mais exigente. Em dois dias, ele trabalhou só nesta função. Realmente tivemos aquele treino chato, que quase nenhum jogador gosta, paralisando toda hora. Mas isso foi essencial para nosso time recuperar o bom futebol.
O grande problema do São Paulo no Campeonato Brasileiro é mesmo o número de gols sofridos. Até o momento, o time do Morumbi já sofreu 38 gols, melhor apenas que Vitória (39), Avaí (40), Guarani (41), Atlético-GO (42), Grêmio-SP (43), Goiás (47) e Atlético-MG (50).
Para melhorar o índice, o atacante Fernandinho promete continuar ajudando os jogadores de defesa.
- Fizemos marcação desde lá na frente. O Paulo colocou um time muito ofensivo. Mas, sem a bola, eu e o Dagoberto tínhamos que marcar e recompor o meio-campo, para a bola sair com mais dificuldade.