Esse fato não ocorre desde 2003, ou seja nos últimos 7 anos nós disputados a Taça Libertadores da América.
Não entendo como a diretoria não enxerga fragilidade da equipe montada por Baresi.
Sinceramente, acompanho futebol há muitos e muitos anos e nunca tinha visto um time sem lateral-direito, mesmo que improvisado.
Assistindo a partida era nítido que ninguém estava por ali, a não ser o “terceiro-zagueiro” Rodrigo Souto.
Os jogadores estão claramente mal posicionados, fora de lugar. Para ver isso basta um dos diretores do tricolor levantar a “b… da cadeira cativa” e se dirigir à arquibancada, para com uma visão mais ampla do campo observarem o que está acontecendo.
Definitivamente há uma clara despreocupação da direção do São Paulo com a atual situação.
Eles sabem que o tricolor não conseguirá uma vaga na Libertadores e também não cairá, portanto vão deixando a coisa como está, num claro desrespeito com o torcedor, que aliás compareceu em grande número ao Morumbi no último sábado.
Porém, nós que amamos esse clube não podemos nos conformar com tal situação, não podemos aceitar a inoperância da nossa diretoria.
O São Paulo é muito grande para ficar com um técnico interino até o final da temporada. Fica parecendo time de bairro, que decide seus destinos na mesa de um bar nos domingos de manhã, entre uma cerveja, ou melhor, um uísque e outro.
O que está acontencendo é uma vergonha e para ser bem sincero não aguento mais os discursos do João Paulo de Jesus Lopes e do Carlos Augusto de Barros e Silva, homens de nomes pomposos e atitudes que não me convencem.
Se eles não têm vergonha de perder em casa de 3 a 0 do Goiás problema deles, pois tenho certeza que os verdadeiros são-paulinos estão envergonhados.
