Marcelinho queria ganho muscular. O Corinthians não deu. O Tricolor : SIM

O desejo de se sentir mais valorizado foi o que levou o atacante Lucas, então o menino Marcelinho, a deixar as categorias de base do Corinthians para começar a trilhar uma promissora carreira no Tricolor

Fonte Diário de S.Paulo
Só mesmo algo muito importante para fazer com que um jogador das categorias de base do Corinthians, apelidado de Marcelinho e que jogava com a uma camisa 7 do Alvinegro na época da escolinha de futsal, decidisse migrar para o arquirrival São Paulo.
Atual agente de Lucas, Wagner Ribeiro, o mesmo de Neymar, conta que a atual grande revelação do Tricolor cansou de esperar o Corinthians cumprir a promessa de levá-lo a especialistas que o auxiliassem a ganhar massa muscular. "O que ele me conta, já que não trabalhávamos juntos na época, era que a tal consulta com médicos e nutricionistas nunca era marcada", diz. "O São Paulo lhe ofereceu avaliação com um especialista logo de cara, e ainda disse que ele poderia passar a morar no CT de Cotia."
Ricardo Saibun/ Diário SP

Marcelinho queria consulta com um especialista em ganho muscular. O Corinthians não deu. O Tricolor, sim.
A reclamação a respeito da omissão do Corinthians é confirmada por Dirceu Couto, primeiro técnico de futsal do jogador no Santa Maria, de São Caetano do Sul. O técnico, que reclama para si a honra de ter batizado Lucas como Marcelinho quando o jovem craque tinha 8 anos, também conta que a distância de Diadema, onde Lucas morava, até o Corinthians pesou na decisão. "Ele era muito franzino. Lembro de ter falado com o pai dele sobre a necessidade deste trabalho de fortalecimento muscular. Sem contar a questão da distância..."
André Negão, atual dirigente da base do Corinthians, vai direto a outro ponto. "Aconteceu com o Lucas o que acontece todo dia nas categorias de base. Como esses jogadores abaixo dos 16 anos não podem assinar contratos profissionais, os pais decidem como bem entenderem", explica o dirigente, que não era o diretor em 2005, quando Lucas deixou o Timão.
Mas André Negão se lembra bem do caso. "O (então vice-presidente) Nesy Cury tinha afastado todos os diretores na época", lembra. "Aliás, essa ausência de dirigentes na base facilitou a saída do Marcelinho, tenho certeza disso."
Para Negão, nas categorias de base não há mesmo muito o que se fazer no sentido de se precaver quanto à saída dos jogadores. "O que resta aos clubes é fechar um contrato assim que o atleta completa 16 anos. Antes disso, o pai é tutor legal."
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