Segundo o polivalente jogador, a presença do mandatário fez com que o elenco percebesse a gravidade da situação da equipe, que vinha de duas derrotas consecutivas e se afastava da briga na parte de cima da tabela.
"Quando a gente vê o presidente do clube, e sabe que não é para anunciar uma contratação, percebe que alguma coisa está errada. Não estamos acostumados com ele aqui. Tínhamos que mudar nossa atitude para evitar situações como aquela", disse o camisa 20.
Richarlyson, que atuou na ala esquerda no clássico, fez ainda lobby para que o clube do Morumbi continue atuando no 3-5-2. Apesar de não gostar do esquema tático, o técnico Sérgio Baresi resolveu utilizá-lo no jogo diante do Palmeiras e deve mantê-lo para o encontro contra o Guarani, na quarta.
Mas Baresi não abre mão de ter apenas dois zagueiros "natos" em campo. O treinador prometeu que sempre irá improvisar um outro jogador para completar o trio --escolheu Rodrigo Souto no clássico.
"Fiquei muito feliz por não ter sido eu. Conversei com o Baresi antes, porque gosto de correr de sair para o ataque. O São Paulo sempre teve essa formação como top. Ganhamos o Mundial e três Brasileiros jogando assim. Quando as coisas não estão dando certo, ela sempre volta à tona."
