“O diferencial do Lucas é ter tido a oportunidade de trabalhar com um treinador que conhecia ele muito bem. Isso ajudou ele a ter essa tranquilidade. [O Baresi] soube tirar o que ele tinha de melhor por conhecer ele das categorias de base”, afirmou Richarlyson.
O volante também comentou a dificuldade de se adaptar ao novo nome do companheiro, já que Lucas antes era conhecido pelo apelido de Marcelinho. “Eu chamo de Marcelinho direto. Vai precisar de um pouco de paciência. Ele quis mesmo tirar o rótulo de Marcelinho Carioca, pra não criar vínculo com ídolo do Corinthians. Mas é só um tempo de adaptação”.
Lucas também foi tema das declarações de Casemiro na tarde desta segunda-feira. Mas se Richarlyson comentou aspectos técnicos e a dificuldade com o novo nome, o volante, que também subiu recentemente das categorias de base, preferiu fazer brincadeiras com o corte de cabelo do amigo.
“O meu já é assim faz tempo. Mas o Lucas eu acho que prefere deixar raspado, porque ele tem o cabelo meio ruim. Acho que ele não vai mudar o cabelo não, nem o cabelo nem ele mesmo. Ele está tranquilo, disputando excelentes partidas, não está iludido não”, disse Casemiro.
O clássico contra o Palmeiras foi a 11ª partida de Lucas como profissional do São Paulo. Além de marcar seu segundo gol com a camisa do clube - o primeiro foi no jogo contra o Atlético-MG -, deu sua segunda assistência, para Fernandão marcar o gol que definiu o placar contra o rival.