
Em 1996, o Grêmio seguia defendendo os gaúchos, agora contra o Corinthians. Vitória larga, 3 a 0 no Pacaembu, e derrota simples no Olímpico, 1 a 0, garantindo o time de Paulo Nunes e Dinho nas semifinais. Mais além, o Juventude – campeão da Copa do Brasil de 1999, engrossou o hall de representantes gaúchos, mas tanto brilho. Os paulistas golearam o time de Caxias do Sul jogando em casa, 3 a 0, e empataram no Alfredo Jaconi por dois gols.
Mais recentemente, o acréscimo do Inter na hegemonia veio acompanhado de título. Na final da Copa Libertadores de 2006, a equipe liderada por Fernandão e Rafael Sóbis venceu no Morumbi por 2 a 1 com dois gols de Sóbis e garantiu o empate em 2 a 2 diante dos colorados para erguer a sua primeira taça do continente.
No ano seguinte, novamente o Grêmio enfrentou paulistas. Nas oitavas de final eliminou o São Paulo depois de perder no Morumbi por 1 a 0 e reverter em casa, fazendo dois a zero. Nas semifinais, o time treinado por Mano Menezes abriu vantagem de 2 a 0 em cima do Santos e passou para a decisão perdendo na Vila Belmiro por 3 a 1.
No somatório, Grêmio, Inter e Juventude marcaram 24 gols e sofrem 23. Em duas oportunidades – 1995 e 2006, a vantagem obtida pela dupla Gre-Nal em jogos de mata-mata perante Palmeiras e São Paulo não foi revertida na segunda partida. Vencedor no Beira-Rio, com gol de Giuliano, o Inter pode levar os gaúchos para sua sétima decisão.