Juizado e MP investigam briga entre bugrinos e são-paulinos
Entidades solicitarão informações sobre envolvidos no conflito registrado em Campinas no último sábado, antes de jogo pela Copa São Paulo
Fonte ig
19 de Janeiro de 2010
O Juizado Especial Criminal de São Paulo e o Ministério Público anunciaram, nesta terça-feira, que solicitarão informações sobre envolvidos no conflito entre torcedores do Guarani e do São Paulo registrado em Campinas no último sábado, antes do duelo entre as equipes pelas oitavas de final da Copa São Paulo de Futebol Junior. O Tricolor eliminou o Bugre, em partida disputada em Jaguariúna.
A briga aconteceu na Avenida Anchieta, no centro da cidade, paralisando o trânsito nos dois sentidos. Os baderneiros utilizaram paus, pedras e cadeiras no conflito que deixou 30 pessoas feridas e provocou a prisão de quatro são-paulinos. A polícia conteve o tumulto e fichou 121 torcedores. De acordo com a Agência Anhanguera, os são-paulinos detidos portavam explosivos e objetos utilizados como arma.
Deverão prestar depoimento nas investigações o repositor Humberto de Castro Neves, de 23 anos, o estudante Fernando Henrique Damas, 21, o auxiliar de serviços gerais Luiz Felipe de Souza Salvador, 21, e o ajudante Bruno Gustavo de Moraes, que estão presos na cadeia em anexo ao 2° DP. Três deles moram em Sumaré e um em Hortolândia, municípios vizinhos a Campinas.
A briga aconteceu na Avenida Anchieta, no centro da cidade, paralisando o trânsito nos dois sentidos. Os baderneiros utilizaram paus, pedras e cadeiras no conflito que deixou 30 pessoas feridas e provocou a prisão de quatro são-paulinos. A polícia conteve o tumulto e fichou 121 torcedores. De acordo com a Agência Anhanguera, os são-paulinos detidos portavam explosivos e objetos utilizados como arma.
Deverão prestar depoimento nas investigações o repositor Humberto de Castro Neves, de 23 anos, o estudante Fernando Henrique Damas, 21, o auxiliar de serviços gerais Luiz Felipe de Souza Salvador, 21, e o ajudante Bruno Gustavo de Moraes, que estão presos na cadeia em anexo ao 2° DP. Três deles moram em Sumaré e um em Hortolândia, municípios vizinhos a Campinas.
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