Diretor nega complô e crê na absolvição de Hugo e André Dias

Fonte Gazeta Esportiva
1 de Dezembro de 2009
A luta para seguir sonhando com o título de campeão brasileiro ou, ao menos, com uma vaga na próxima Libertadores da América, continuará nesta terça-feira para o São Paulo. Não somente no CT da Barra Funda, quando o grupo se reapresentará ao técnico Ricardo Gomes pela manhã, mas no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro.
A partir das 18 horas, o processo número 167/2009 entrará para apreciação dos auditores do tribunal da CBF. No banco dos réus estarão o zagueiro André Dias e o meia-atacante Hugo, ambos denunciados no mesmo artigo do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, o 255 - praticar ato de hostilidade contra adversário ou companheiro de equipe (pena de um a três jogos de suspensão).
Apesar de ter sofrido duros golpes recentemente vindos do tribunal (Jean, Dagoberto e Borges pegaram pesadas penas após o jogo contra o Grêmio), no entanto, a direção do São Paulo não acredita que perderá mais jogadores antes de outra partida decisiva do Campeonato Brasileiro, domingo, ante o Sport.
"Nossa expectativa é que haja a absolvição de ambos. Qualquer coisa diferente disso estará fora de nossa expectativa", avisou o diretor João Paulo de Jesus Lopes, em contato por telefone com a GE.Net, negando qualquer semelhança entre a cena protagonizada pela dupla são-paulina com a envolvendo Obina e Maurício, do Palmeiras, diante do Grêmio (foram expulsos após trocarem socos na descida para os vestiários).
"Não houve qualquer agressão ou troca de tapas e sim um desentendimento com algum contato. Foi diferente do que aconteceu no Palmeiras e eles já foram punidos o suficiente com os cartões amarelos aplicados pelo árbitro", argumentou o dirigente, citando a decisão tomada pelo árbitro gaúcho Leandro Vuaden no momento da confusão, registrada no início da partida contra o Vitória, dia 14, no Morumbi.
Questionado se as recentes decisões do STJD não seriam um indício de que novas 'surpresas' negativas poderiam acontecer, o dirigente são-paulino preferiu ser político: "É óbvio que não ficamos felizes com as últimas decisões do tribunal, mas não vejo motivos para falar que há armação. Não acredito em complô ou em teoria da conspiração", concluiu.
Avalie esta notícia: 0 0
VEJA TAMBÉM
- São Paulo enfrenta dilema defensivo após cirurgia de Domingos Duarte e avalia novo esquema tático
- Nova joia: Atleta de 15 anos do São Paulo se destaca no sub-17
- São Paulo tem 5 dias para quitar dívida milionária e evitar transfer ban
- São Paulo encaminha acordo por Djhordney e afasta novo transfer ban
- Dorival testa Artur como "novo camisa 10" em treino na pausa



Comentários

Nenhum comentario!
Enviar comentário
Para enviar comentários, você precisa estar cadastrado, clique Aqui. Para fazer login, clique Aqui.

+Lidas Notícias

LogoSPFC.net
©Copyright 2007 - 2026 | SPFC.net