Demissões na Comissão: São Paulo vê crise interna aumentar após afastamento de membros
Fonte SPFC.net
18 de Setembro de 2026
A crise política no São Paulo ganhou um novo capítulo com a destituição de dois integrantes da Comissão de Ética do clube. José Edgard Galvão e Fabio Cezar de Souza Azambuja foram afastados pelo presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres, em decisão formalizada na última segunda-feira.
Os desligamentos acontecem enquanto representações contra Olten são analisadas pela própria Comissão de Ética. Os procedimentos apuram possíveis irregularidades envolvendo a atuação do dirigente e podem, dependendo das conclusões, resultar em um processo pela sua expulsão do quadro associativo do São Paulo.
Segundo a justificativa apresentada por Olten, a medida teve como objetivo preservar a credibilidade e o funcionamento da Comissão. Internamente, porém, os afastamentos são relacionados ao vazamento de votos que seriam contrários ao presidente do Conselho em um dos processos de apuração.
Entre os casos analisados está uma denúncia sobre a suposta existência de uma “funcionária fantasma” ligada a Olten. Outra representação trata de uma suspeita de falsificação de documentos durante o processo de reforma do Estatuto do São Paulo. Os dois assuntos foram levantados por Harry Massis, atual presidente do clube, que também protocolou, em abril, uma denúncia de gestão temerária contra Olten.
Após serem destituídos, Galvão e Azambuja apresentaram uma nova representação contra o presidente do Conselho Deliberativo. Os dois acusam Olten de interferência na Comissão de Ética e de manipulações que poderiam favorecer seus próprios interesses dentro do processo.
Azambuja havia se declarado impedido de participar da investigação envolvendo a suposta funcionária fantasma. No caso relacionado ao documento que teria sido forjado, entretanto, o integrante já havia sinalizado que recomendaria a expulsão de Olten caso as irregularidades fossem confirmadas.
O Ministério Público arquivou o inquérito referente à denúncia da funcionária, mas a decisão não encerra necessariamente a apuração interna no São Paulo. A Comissão de Ética entende que eventuais infrações administrativas podem ser analisadas pelo clube independentemente do resultado da investigação conduzida pelo órgão público.
Olten Ayres, por sua vez, nega ter conhecimento sobre as intenções de voto dos integrantes que foram afastados. O dirigente afirma que tomou as decisões com o objetivo de preservar a credibilidade da Comissão de Ética e defende o respeito ao Estatuto do São Paulo e à independência de seus membros.
O episódio amplia a tensão nos bastidores do São Paulo e coloca a atuação do Conselho Deliberativo sob forte escrutínio. Com as representações ainda em análise, o futuro de Olten Ayres dentro da estrutura política do clube permanece em discussão.
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Os desligamentos acontecem enquanto representações contra Olten são analisadas pela própria Comissão de Ética. Os procedimentos apuram possíveis irregularidades envolvendo a atuação do dirigente e podem, dependendo das conclusões, resultar em um processo pela sua expulsão do quadro associativo do São Paulo.
Segundo a justificativa apresentada por Olten, a medida teve como objetivo preservar a credibilidade e o funcionamento da Comissão. Internamente, porém, os afastamentos são relacionados ao vazamento de votos que seriam contrários ao presidente do Conselho em um dos processos de apuração.
Entre os casos analisados está uma denúncia sobre a suposta existência de uma “funcionária fantasma” ligada a Olten. Outra representação trata de uma suspeita de falsificação de documentos durante o processo de reforma do Estatuto do São Paulo. Os dois assuntos foram levantados por Harry Massis, atual presidente do clube, que também protocolou, em abril, uma denúncia de gestão temerária contra Olten.
Após serem destituídos, Galvão e Azambuja apresentaram uma nova representação contra o presidente do Conselho Deliberativo. Os dois acusam Olten de interferência na Comissão de Ética e de manipulações que poderiam favorecer seus próprios interesses dentro do processo.
Azambuja havia se declarado impedido de participar da investigação envolvendo a suposta funcionária fantasma. No caso relacionado ao documento que teria sido forjado, entretanto, o integrante já havia sinalizado que recomendaria a expulsão de Olten caso as irregularidades fossem confirmadas.
O Ministério Público arquivou o inquérito referente à denúncia da funcionária, mas a decisão não encerra necessariamente a apuração interna no São Paulo. A Comissão de Ética entende que eventuais infrações administrativas podem ser analisadas pelo clube independentemente do resultado da investigação conduzida pelo órgão público.
Olten Ayres, por sua vez, nega ter conhecimento sobre as intenções de voto dos integrantes que foram afastados. O dirigente afirma que tomou as decisões com o objetivo de preservar a credibilidade da Comissão de Ética e defende o respeito ao Estatuto do São Paulo e à independência de seus membros.
O episódio amplia a tensão nos bastidores do São Paulo e coloca a atuação do Conselho Deliberativo sob forte escrutínio. Com as representações ainda em análise, o futuro de Olten Ayres dentro da estrutura política do clube permanece em discussão.
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