O Belgrano conquistou o título do Campeonato Argentino (Apertura) em uma partida decisiva cheia de emoção contra o River Plate, vencendo por 3 a 2, após estar em desvantagem. O triunfo é um marco importante para a equipe e reflete a eficácia da gestão tática e da execução em momentos críticos do jogo. A vitória é ainda mais significativa dada a forte rivalidade entre as duas equipes.
Durante a final, o atacante Emiliano Rigoni teve uma participação destacada, atuando como titular e desempenhando um papel essencial ao longo dos 90 minutos. Sua experiência e capacidade de decidir em momentos-chave foram fundamentais para a virada do Belgrano, evidenciando a importância de jogadores com vivência em competições de alta intensidade.
Santiago Longo também iniciou a partida e permaneceu em campo até os 63 minutos. Embora não tenha se destacado da mesma forma que Rigoni, sua presença no meio-campo contribuiu para a organização tática da equipe, permitindo que o Belgrano controlasse melhor as transições durante o jogo.
Em relação ao histórico de ambos os jogadores no São Paulo, Rigoni teve uma passagem mista. Seu desempenho inicial entre 2021 e 2022 trouxe reconhecimento e uma boa conexão com a torcida, mas retornou ao clube em uma fase menos produtiva, resultando em poucas aparições e desempenho abaixo das expectativas na segunda passagem.
Somando 82 jogos pelo São Paulo, Rigoni contabiliza 14 gols e nove assistências, números que, apesar de expressivos, foram ofuscados pela expectativa gerada em seu retorno. Em contraste, em 2026, já pelo Belgrano, sua contribuição na conquista do título foi mais discreta, com 18 jogos, dois gols e três assistências.
Por outro lado, Santiago Longo teve uma passagem ainda mais breve pelo São Paulo, onde foi contratado por empréstimo em 2024. O volante enfrentou dificuldades para se firmar no elenco, conseguindo apenas cinco partidas antes da rescisão de contrato, o que limita sua contribuição no cenário brasileiro.
No Belgrano, Longo voltou a ter mais oportunidades, totalizando 13 jogos na temporada, e, assim como Rigoni, celebrou a conquista do título argentino. Apesar das passagens não tão memoráveis pelo São Paulo, ambos os jogadores demonstraram capacidade de se reerguer em novas situações e contextos competitivos.
Com essa conquista, o Belgrano agora se posiciona de maneira estratégica para os próximos desafios da temporada. A vitória no Apertura não só reforça a confiança do grupo, mas também oferece uma nova perspectiva de crescimento para a equipe, que pretende manter a intensidade e a eficácia tática nas próximas competições.
O camisa 10 do Beltrano caia bem no São Paulo.
dois fim de carreira