Na quarta-feira (13), o São Paulo foi eliminado da Copa do Brasil após ser derrotado pelo Juventude por 3 a 1, encerrando sua participação na quinta fase do torneio. O time paulista havia iniciado a disputa com uma vantagem de um gol, conquistada no primeiro jogo, mas viu a equipe gaúcha reverter o placar agregado nos minutos finais da partida, quebrando um jejum de 19 anos sem vencer o Tricolor em casa.
A primeira etapa foi marcada por uma performance superior do Juventude, que controlou a bola e criou mais chances de gol. O cenário se complicou para o São Paulo quando Luciano saiu lesionado e Ferreirinha, substituto, foi expulso com apenas 30 segundos em campo devido a uma falta considerada agressiva pela arbitragem.
No segundo tempo, com um jogador a menos, o São Paulo optou por um recuo estratégico. No entanto, a defesa se mostrou vulnerável e o Juventude empatou a partida com Gabriel Pinheiro aos 19 minutos. Marcos Paulo, em seguida, marcou o segundo gol, colocando os gaúchos à frente no agregado até que Gonzalo Tapia conseguiu igualar mais uma vez o confronto.
A situação se intensificou nos acréscimos, quando Mandaca, que havia sido acionado na etapa final, apareceu livre na área para marcar o gol decisivo que garantiu a classificação do Juventude. Esse desfecho evitou uma disputa por pênaltis e demonstrou a eficiência do time em momentos cruciais.
O São Paulo, por sua vez, deixou a desejar na organização defensiva, especialmente nas laterais, onde Cédric Soares e Enzo Díaz falharam em neutralizar as investidas do adversário. Muitos dos ataques do Juventude foram frutos de erros na saída de bola que permitiram finalizações perigosas.
A expulsão de Ferreirinha gerou polêmica, com o elenco do São Paulo expressando descontentamento pela falta de revisão do VAR, o que levantou questionamentos sobre a interpretação do lance. Tal situação contribuiu para a frustração do Tricolor, que não conseguiu manter a compostura e organização em um momento crítico da partida.
A eliminação do São Paulo representa um impacto significativo em sua temporada, reforçando a necessidade de ajustes táticos e na gestão do elenco. O foco agora se volta para o Campeonato Brasileiro, com a expectativa de que o Tricolor consiga recuperar a confiança e a competitividade nos próximos jogos.
Roger, Rafinha e Rui Costa não tem mais condições de continuarem no dpto esportivo do Clube. É só prejuízo em todas áreas. Roger é despreparado para comandar o time e basta assistir aos jogos, Rafinha e Rui Costa tem culpa na contratação deste técnico, demitiram um ótimo técnico para contratarem este projeto de técnico, e todos sofrem pelas tomadas de decisões destes irresponsáveis.