O São Paulo está em um dilema quanto à situação do zagueiro Arboleda, que não deverá ter seu contrato rescindido. A diretoria do clube agora se concentra em utilizá-lo como ativo no mercado de transferências durante a próxima janela de meio de ano, considerando sua valorização no plantel.
A gestão do Tricolor acredita que uma rescisão amigável poderia ser prejudicial, permitindo que o jogador se transfira para outro clube sem nenhuma compensação financeira ao São Paulo. A possibilidade de uma rescisão unilateral também é vista com cautela, devido à incerteza quanto ao resultado em eventuais disputas judiciais.
Após enviar notificações formais para o retorno do atleta aos treinos, a administração resolveu ameaçar ações judiciais, o que resultou no retorno de Arboleda antes do prazo de um mês de ausência. Neste momento, o clube permanece avaliando o estado físico do jogador para garantir que não seja encontrado com algum tipo de lesão.
O plano imediato do São Paulo é promover a recuperação física do zagueiro, que se treinará de forma separada do elenco principal. O objetivo é prepará-lo para ser uma moeda de troca efetiva em negociações futuras durante o período de transferências.
Embora a reintegração ao time não seja completamente descartada, isso está atrelado ao desempenho do clube em conseguir negócios favoráveis. Caso o time não receba propostas vantajosas e necessite de um defensor, existe a possibilidade de Arboleda voltar a ser considerado após a Copa do Mundo.
O contrato do jogador com o São Paulo se estende até o final de 2027, o que proporciona ao clube uma margem de manobra estratégica a longo prazo. A situação atual, no entanto, exige uma gestão cuidadosa e assertiva diante de um cenário desafiador de mercado.
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