O nome de Rui Costa voltou ao centro do debate no São Paulo após a sequência de resultados negativos e decisões que vêm sendo cada vez mais questionadas pela torcida. Atual Diretor Executivo de Futebol do clube, ele assumiu o cargo em janeiro de 2021, no início da gestão de Julio Casares, com a missão de reorganizar o departamento em meio a uma crise financeira e esportiva.
Desde então, o São Paulo passou por diferentes ciclos, mudanças de comando e reformulações no elenco. No entanto, à medida que os resultados recentes deixaram de acompanhar as expectativas, torcedores passaram a revisitar decisões tomadas ao longo dos últimos anos, especialmente no que diz respeito ao planejamento do futebol.
Contratações que geraram questionamentos
Um dos pontos mais debatidos envolve o mercado de jogadores. Ao longo da gestão, nomes como Orejuela, Nahuel Bustos, André Colorado, Jhegson Méndez, Erison, Marcos Guilherme, Jamal Lewis e Santiago Longo foram frequentemente citados por parte da torcida como contratações que não tiveram o retorno técnico esperado.
O caso de James Rodríguez se tornou emblemático. Cercada de expectativa, a chegada do meia colombiano terminou sem o impacto projetado, culminando na rescisão contratual. O episódio passou a ser citado como exemplo de aposta de alto risco dentro do planejamento do clube.
Reforços recentes e novas dúvidas
No início de 2026, o São Paulo trouxe nomes como Carlos Coronel, Dória, Lucas Ramon,Danielzinho e Rafael Tolói.. Apesar da tentativa de fortalecer o elenco, parte da torcida questionou o nível técnico dos reforços e o impacto real dessas peças dentro de campo, especialmente diante das necessidades do time.
Venda de jovens e impacto no futuro
Outro ponto que frequentemente aparece nas discussões é a saída de jovens talentos formados na base, como Beraldo e Gabriel Sara. Embora as negociações tenham sido justificadas pela necessidade de equilíbrio financeiro, há questionamentos sobre o potencial esportivo perdido e o timing das vendas.
A troca de Crespo e a ruptura com o momento positivo
Se existe uma decisão que marcou de vez a relação da torcida com o planejamento do futebol, foi a saída de Hernán Crespo em março de 2026. O treinador deixou o comando com o São Paulo brigando na liderança do Campeonato Brasileiro, vindo de vitória e com um time competitivo dentro de campo.
A demissão, conduzida pelo departamento de futebol, pegou grande parte da torcida de surpresa. A justificativa interna envolvia questões de ambiente e metodologia, mas, fora dos bastidores, o sentimento foi outro: a interrupção de um trabalho que, naquele momento, entregava resultado.
Para o lugar de Crespo, o clube apostou em Roger Machado. A escolha, desde o início, gerou forte desconfiança. O treinador chegava com um histórico recente irregular e sem trabalhos que sustentassem, em campo, a expectativa de um clube do tamanho do São Paulo Futebol Clube.
O resultado não demorou a aparecer. O time perdeu consistência, deixou de competir no topo da tabela e passou a acumular resultados negativos. A queda foi visível — tanto no desempenho quanto na classificação.
O impacto direto das decisões
A soma dessas escolhas passou a pesar. A troca de um técnico em alta por uma aposta contestada, aliada a contratações sem impacto, construiu o cenário atual: um São Paulo distante do que apresentava anteriormente e cada vez mais pressionado.
Dentro de campo, o time já não responde. Fora dele, o debate é inevitável. Para muitos torcedores, não se trata mais de um momento isolado, mas sim de um acúmulo de decisões que levaram o clube até aqui.
O que a torcida já está dizendo
Nas arquibancadas e nas redes sociais, o tom é claro. A paciência acabou. O nome de Rui Costa passou a ser diretamente ligado às decisões que marcaram essa trajetória, enquanto Roger Machado se tornou alvo de críticas constantes pelo desempenho da equipe.
O cenário atual não deixa muito espaço para interpretação: o time caiu de rendimento, desceu na tabela e já não apresenta sinais de reação dentro de campo.
E agora?
Diante de tudo isso, a pergunta passou a ser inevitável entre os torcedores:
Chegou a hora de uma mudança pfunda no comando do futebol do São Paulo? Deixe a sua opinião nos comentários
Eu aprendi uma coisa na minha vida, coisas ruins é melhor resolver rápido. Demite o Roger Machado e contrata Dorival Jr com contrato de dois anos. Roger Machado não tem identificação com o São Paulo. A torcida tem confiança no Dorival Jr. O elenco do São Paulo precisa de 7 contratações: Um goleiro craque, um zagueiro craque, um primeiro volante craque, um meia craque, um lateral esquerdo craque, um centroavante craque e um segundo atacante craque. Essas contratações mesclada com jogadores da base e mais o que a gente tem, teremos um elenco fortíssimo. O departamento de contratações tem que garimpar craques pelo mundo inteiro e o São Paulo terá que investir, para que a torcis=da venha se animar e tornar sócio torcedor e contribuir para quitar a dívida. Se cada São Paulino contribuir com R$20 por mês, nums conta aplicação que todos tenham acesso, não é possível que não temos 10 milhões de São Paulinos que consiga contribuir mensalmente com R$20 por mês por 10 anos para ajudar o clube sair dessa draga financeira. 10 milhões de São Paulinos vezes R$20 = R$200 milhões. Basta conta se tornar pública e todos os São Paulinos ter acesso ao saldo da conta todo mês.
Mandar o Crespo embora naquele momento já foi um bela c@gada, mas trazer Roger Machado foi um chute no saco do torcedor!
Quando você faz alguma troca, geralmente vai para algo melhor. O São Paulo vendeu um Corolla, ao invés de comprar uma Mercedes (ou pelo menos outro Corolla), comprou uma Brasília velha.
mas incompetente quem colocou Rui Costa lá
esse desgraçado tá achando que ele é dono de São Paulo
por isso são Paulo não sai dessa draga, deis de 21 esse lixo costa está fazendo ***** e arruinando o clube, deveria ter vazado junto com cagares
esse velhote do miag é farina de stessa borsa, foi vice do cagares, portanto, ja era de esperar que mantivesse o ruim sem costa e trup corrupta, a propósito manda embora quem não deve e se brinda com os corruptos da gestão do ratales!!!! tem que mandar o ruim sem costa e roger machado embora urgente, senão, só lamentos e segundona!!!!!
rui costa era pra ter ido passear, na hora que marcos Bras deixou o Remo. troca pura e simples. (eu particularmente achei que aconteceria, porque havia um entendimento que com as mudanças que o massis vinha fazendo, chegaria no executivo contatado pelo Casares, más, ele amarelou) e continua amarelado. há!!!! e o sr Rafinha. tem que ir junto. a trama foi dos dois
troca logo os dois o técnico e Ruim Costa e trás o BRÁS