O São Paulo vive um momento decisivo fora das quatro linhas. Na próxima segunda-feira (6), o Conselho Deliberativo do clube se reúne para votar a ampliação do contrato com a New Balance. A negociação, que se arrasta desde o fim da gestão de Julio Casares e atravessou o início do mandato de Harry Massis, pode garantir ao Tricolor um faturamento recorde com material esportivo, chegando a R$ 60 milhões anuais.
Os Números da New Balance (Favorita)
A atual fornecedora apresentou um projeto de longo prazo (até 2032) que agrada à diretoria de marketing, liderada por Eduardo Toni.
Garantia Fixa: R$ 40 milhões por ano.
Potencial Total: Com bônus por desempenho, royalties de vendas e luvas, o valor anual pode atingir R$ 60 milhões.
Luvas: R$ 17 milhões (pagos em parcelas anuais de R$ 2,5 milhões).
Alcance: A marca aposta na distribuição internacional (EUA, Japão e Europa) e na rede do Grupo Dass no Brasil.
A Investida da Penalty
Correndo por fora, a Penalty (Cambuci S.A.) tenta reeditar a parceria histórica com o clube. A proposta foca em um alívio financeiro imediato, mas com valores variáveis mais conservadores:
Luvas na Assinatura: R$ 14 milhões à vista no ato da assinatura.
Fixo Anual: Cerca de R$ 28 milhões (chegando a R$ 40 milhões anuais apenas se somadas as luvas diluídas).
Ponto Negativo: A empresa deseja assumir o controle total das lojas físicas e e-commerce, o que custaria ao São Paulo cerca de R$ 2,5 milhões em receitas diretas que o clube hoje prefere gerir.
Resumo Comparativo das Propostas
Proposta New Balance (Atual Fornecedora):
Vínculo: 7 anos (até 2032).
Pagamento Mínimo Garantido: R$ 40 milhões/ano.
Teto com Variáveis: Até R$ 60 milhões/ano.
Luvas Totais: R$ 17 milhões (diluídas em R$ 2,5 milhões/ano).
Total Estimado do Contrato: R$ 307 milhões.
Proposta Penalty (Concorrente):
Vínculo: Até 2032.
Pagamento Mínimo Garantido: R$ 28 milhões/ano.
Teto com Variáveis: Cerca de R$ 49,8 milhões/ano.
Luvas Totais: R$ 14 milhões (pagas integralmente na assinatura).
Total Estimado do Contrato: R$ 210 milhões.
Bastidores e Resistência
Apesar dos valores vultosos da New Balance, há uma ala de conselheiros que questiona a duração do contrato (7 anos). Eles argumentam que prender o clube até 2032 pode impedir novos reajustes caso o mercado de material esportivo inflacione. Além disso, o vazamento de detalhes do contrato durante a transição política de Casares para Massis gerou ruídos internos.
O Fator Histórico
Pesa contra a Penalty a rescisão conturbada em 2015, marcada por atrasos de pagamentos. Por outro lado, a New Balance é vista como uma marca de "prestígio global", consolidando a imagem internacional que o São Paulo busca retomar.
Se o Conselho aprovar o acordo na segunda-feira, a New Balance inicia seu novo ciclo com multa rescisória estipulada em R$ 200 milhões, valor que decresce conforme o cumprimento dos anos de contrato. Caso seja rejeitado, o clube fica livre para avançar com a Penalty ou abrir nova concorrência no mercado.
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3 de Abril de 2026
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