O São Paulo confirmou oficialmente o término do contrato com o meia Oscar, encerrando um ciclo que teve início em 2008 e passou por diversas fases. A rescisão contratual, que estava em andamento desde fevereiro, foi registrada no Boletim Informativo Diário da CBF, estabelecendo que o jogador não faz mais parte do elenco tricolor após sua segunda passagem pelo clube.
O acordo financeiro entre as partes foi significativamente abaixo do que estava estipulado inicialmente, com Oscar aceitando um montante aproximado de R$ 10 milhões para antecipar o fim de seu vínculo, que estava previsto para se estender até dezembro de 2027. O jogador, que ainda tinha cerca de R$ 60 milhões a receber, tomou essa decisão em função de problemas de saúde enfrentados nos últimos anos.
No último ano, Oscar passou por um episódio de síncope vasovagal, que resulta em desmaios ocasionais, o que o levou a priorizar sua saúde e decidir pela aposentadoria. Essa condição impactou diretamente sua capacidade de atuação em campo, levando a uma carreira mais curta do que se esperava em sua segunda passagem pelo clube.
Desde seu retorno, Oscar participou de 35 partidas, marcando somente dois gols, o que evidenciou a dificuldade de estabelecer uma regularidade em seu desempenho. Essa situação resultou na interrupção da sua trajetória profissional, destacando os desafios de conciliar a manutenção do nível de competitividade e as questões de saúde.
O jogador que iniciou sua carreira no São Paulo construiu uma trajetória vitoriosa em clubes como Internacional, Chelsea e Shanghai SIPG, além de representar a Seleção Brasileira. Entretanto, sua volta ao São Paulo foi marcada por um período mais breve, demonstrando como a saúde e a gestão de carreira são cruciais para a longevidade em um esporte intensamente competitivo.
Com a rescisão agora formalizada, encerra-se uma passagem que começou nas categorias de base do clube e teve um desfecho abrupto. Os próximos passos para Oscar ainda carecem de definição, mas sua prioridade se volta à recuperação de sua saúde e ao planejamento de um novo futuro fora dos gramados.
Mais uma contratação bombástica padrão ruim sem costa, ratales, burrici, milton cruz pesada, belmonte boca de farofa e demais asseclas, por todo o exposto, que o tricolor não sai da *****
Nem se trata do jogador ser bonzinho ou qualquer outra coisa, o fato é que a diretoria conseguiu um bom acordo, a diretoria anterior é que foi maluca em fazer um contrato tão alto com um jogador em fim de carreira. Dívida essa que o jogador penaria na justiça pra receber, então valeu o bom senso por parte dele também, noves fora a questão de saúde que o tricolor nem ele tem culpa x o contrato absurdo que fizeram por ele, 10 milhões tá de bom tamanho. E que erros assim não se repitam, nem tô falando da controvérsia do passado dele no clube pq uma vez que aceitaram voltar a fazer negócios com o empresário dele em relação a outros jogadores, por que não aceitar o Oscar???, o problema é que ele não valia esse contrato absurdo então que contratos assim não mais sejam feitos, a diretoria precisa ter responsabilidade.
Esse verme só deu prejuízo pro São Paulo.
Não devia nunca mais passar na porta do Morumbis.
Eu sou bonzinho, minha 10 geração ta garantida, eu abro mao de 50 milhoes, fico com 10 milhoes pq amo o SPFC, enganei em 2, 3 jogos, parabens aos envolvidos, eu se desmaiar no trabalho, nonoutro dia tenho que trabalhar senao morro de fome, gente com câncer tendo alta do inss, ainda vai ter gente defendendo ele, dizendo que e bom pq abriu mao de 50 milhoes pra ficar com 10 milhoes