Lembra dele? Ex-craque do São Paulo supera depressão e bebida e lidera arrancada histórica em time da 4° divisão!

Conheça a história de superação de Mazola, ex-São Paulo, no Nacional-SP. Saiba como o atacante superou a depressão, ajudou na reação do clube na Série A4 e sua mágoa com o Tricolor.

O futebol, muitas vezes, proporciona reencontros geográficos que guardam histórias profundas. Na Avenida Marquês de São Vicente, em São Paulo, os muros do Nacional-SP dividem espaço com os modernos CTs da Barra Funda. É ali, no modesto Estádio Nicolau Alayon, que o atacante Mazola, revelado nas categorias de base do São Paulo, encontrou sua redenção pessoal e profissional em 2026.
A Arrancada Improvável
O Nacional vivia um cenário de terra arrasada na Série A4 do Paulistão: 10 jogos, nenhum gol marcado e apenas um ponto somado. O rebaixamento parecia inevitável. No entanto, sob o comando de Tuca Guimarães e a liderança de Mazola, o "Naça" renasceu. Foram sete gols nas últimas três partidas, tirando a equipe da zona da degola em um feito que parecia impossível semanas atrás.
A Mágoa e o Sonho do Pai
Cria de Cotia, Mazola carrega uma relação de amor e dor com o Tricolor. Emocionado, o atacante relembrou ao ge a promessa feita ao pai, torcedor fanático do clube, que faleceu aos 36 anos — a mesma idade que o jogador tem hoje.
"Meu pai falou: 'No dia em que eu te ver jogando com a camiseta do São Paulo, posso morrer tranquilo'. Eu realizei o sonho dele, mas tive poucas chances. Fiquei com a mágoa de não ter feito um gol para homenageá-lo no profissional", revelou.
Vencendo os Fantasmas do Passado
A trajetória de Mazola foi marcada por contrastes extremos. No Japão, defendendo o Urawa Reds, desfrutou de luxos como carros importados e tradutores, mas enfrentou um vazio existencial profundo. A solidão no exterior, somada ao trauma da perda do pai para as drogas na juventude, levou o jogador a um quadro de depressão e ao uso de substâncias como álcool e maconha.
O retorno ao Brasil e o acerto com o Nacional não foram por dinheiro. Mazola joga com uma lesão crônica na coxa para que seus filhos pequenos possam ter memórias do pai em campo. No vestiário do Naça, ele é o "treinador dentro das quatro linhas", guiando um elenco repleto de jovens em busca da sobrevivência no futebol paulista.
Tradição que Resiste
Enquanto o Nacional luta para se manter na A4 e sonha com o retorno à elite — onde já foi quarto colocado em 1939 —, o clube segue como um celeiro de talentos. De seus campos saíram nomes como Cafu e Félix. Hoje, com a ajuda de Mazola, o clube da colônia inglesa tenta provar que, mesmo à sombra dos gigantes vizinhos, sua história de resistência está longe do fim.
O desafio final do Nacional será contra o Barretos, neste sábado (28), e o Inter Bebedouro na sequência. Para Mazola, cada minuto em campo é uma vitória contra o passado e um presente para o futuro de sua família.
Palavras-chave: Mazola, São Paulo FC, Nacional-SP, Série A4 Paulistão, Superação, Futebol Paulista, Base do São Paulo, Nicolau Alayon.
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