O Fator Financeiro e o "Caminho da Libertadores"
Além da glória esportiva, o executivo destacou os benefícios econômicos de uma campanha sólida:
Premiação Recorde: O crescente valor financeiro da Sul-Americana em 2026 é visto como vital para o orçamento do clube, permitindo novos investimentos em infraestrutura e na base de Cotia.
Evitando o "Playoff": Terminar em primeiro no grupo é a meta absoluta para evitar o confronto eliminatório contra os terceiros colocados da Libertadores, o que pouparia o elenco de duas datas extras de alta intensidade.
Gestão de Recursos: Rui Costa reforçou que a administração do elenco será a chave para o sucesso. A ideia é girar as peças sem perder a organização tática, garantindo que o time brigue pelo título sem comprometer a performance no Brasileirão.
A Jornada rumo ao Título
O planejamento do São Paulo para o torneio continental segue três pilares:
Fator MorumBIS: Transformar a casa são-paulina em um território hostil para os visitantes, garantindo os 9 pontos em casa para encaminhar a classificação.
Logística Inteligente: Organizar voos fretados e períodos de aclimatação para os jogos fora, minimizando o desgaste das viagens longas para Colômbia e Chile.
DNA Sul-Americano: Resgatar a mística de 2012 e consolidar o São Paulo como um dos favoritos ao troféu, buscando o bicampeonato para coroar o projeto da atual gestão.
O São Paulo encerra esta sexta-feira reafirmando sua vocação internacional. Para a diretoria, a Sul-Americana não é um "consolo", mas uma oportunidade real de crescimento institucional e financeiro. Se a intensidade do elenco de Roger Machado corresponder ao planejamento de Rui Costa, o torcedor tricolor pode começar a sonhar com mais uma taça continental na galeria do MorumBIS ao final de 2026.

Exemplo de seriedade tem que partir da cúpula São Paulina.