Polícia civíl revela racha de lucros e organização criminosa em camarotes envolvendo aliados de ex-presidente do São Paulo
Confira os detalhes da investigação da Polícia Civil sobre a venda ilegal de camarotes no São Paulo. Veja as provas contra Marcio Carlomagno e o "caderno do esquema".
Fonte SPFC.net
20 de Março de 2026
O São Paulo de 2026 tenta virar a página de um dos capítulos mais nebulosos de sua gestão administrativa. A peça fundamental que sustenta o inquérito é um caderno apreendido, onde uma das organizadoras detalhava a intensidade das vendas e a hierarquia do grupo. Longe de serem ações isoladas, as anotações provam uma estrutura planejada com divisão fixa de lucros, funcionando como uma verdadeira "S.A. clandestina" dentro do estádio. O documento ainda revela o pavor dos envolvidos: em passagens manuscritas, a operadora demonstrava consciência das irregularidades e traçava estratégias para despistar auditorias.
O Papel de Carlomagno e o Conflito de Versões
A leitura de jogo dos investigadores coloca o ex-superintendente Marcio Carlomagno no olho do furacão:
A Prova do Áudio: A polícia possui gravações que indicam que Carlomagno era o "facilitador" técnico, utilizando sua influência para liberar os espaços físicos no MorumBIS para que as vendas ilegais ocorressem sem alarde.
A Negativa: O investigado nega veementemente qualquer recebimento financeiro, mas a polícia contesta a versão, baseando-se na continuidade e na organização do fluxo de caixa registrado no caderno.
Contra-ataque da Defesa: Os advogados dos acusados classificam o inquérito como "frágil" e baseado em "interpretações variáveis", alegando que anotações informais não configuram prova robusta de uma organização criminosa estruturada.
Impacto Institucional e Próximos Passos
O desfecho desta investigação abala a credibilidade de setores administrativos:
Transparência em Xeque: O caso obriga o São Paulo a endurecer seus protocolos de compliance para garantir que a gestão de ativos (como os camarotes) não volte a ser subvertida por interesses privados.
Risco de Reputação: Para os implicados, o processo entra agora em fase judicial, onde a análise técnica das provas financeiras determinará o tamanho das penas e dos ressarcimentos ao clube.
Ambiente Ético: A diretoria atual reforçou que colabora com as autoridades, buscando isolar as "maçãs podres" para que o escândalo não afete o clima no CT da Barra Funda e o desempenho no Brasileirão.
O São Paulo encerra esta sexta-feira reafirmando que o MorumBIS pertence ao torcedor e aos sócios, e não a esquemas paralelos. Enquanto a defesa articula suas teses, a Polícia Civil entrega um relatório que desenha um esquema de alta intensidade corruptiva. A expectativa agora gira em torno do Ministério Público, que decidirá se as anotações do caderno são o "batom na cueca" necessário para condenar a cúpula que operava nas sombras do estádio tricolor.
O Papel de Carlomagno e o Conflito de Versões
A leitura de jogo dos investigadores coloca o ex-superintendente Marcio Carlomagno no olho do furacão:
A Prova do Áudio: A polícia possui gravações que indicam que Carlomagno era o "facilitador" técnico, utilizando sua influência para liberar os espaços físicos no MorumBIS para que as vendas ilegais ocorressem sem alarde.
A Negativa: O investigado nega veementemente qualquer recebimento financeiro, mas a polícia contesta a versão, baseando-se na continuidade e na organização do fluxo de caixa registrado no caderno.
Contra-ataque da Defesa: Os advogados dos acusados classificam o inquérito como "frágil" e baseado em "interpretações variáveis", alegando que anotações informais não configuram prova robusta de uma organização criminosa estruturada.
Impacto Institucional e Próximos Passos
O desfecho desta investigação abala a credibilidade de setores administrativos:
Transparência em Xeque: O caso obriga o São Paulo a endurecer seus protocolos de compliance para garantir que a gestão de ativos (como os camarotes) não volte a ser subvertida por interesses privados.
Risco de Reputação: Para os implicados, o processo entra agora em fase judicial, onde a análise técnica das provas financeiras determinará o tamanho das penas e dos ressarcimentos ao clube.
Ambiente Ético: A diretoria atual reforçou que colabora com as autoridades, buscando isolar as "maçãs podres" para que o escândalo não afete o clima no CT da Barra Funda e o desempenho no Brasileirão.
O São Paulo encerra esta sexta-feira reafirmando que o MorumBIS pertence ao torcedor e aos sócios, e não a esquemas paralelos. Enquanto a defesa articula suas teses, a Polícia Civil entrega um relatório que desenha um esquema de alta intensidade corruptiva. A expectativa agora gira em torno do Ministério Público, que decidirá se as anotações do caderno são o "batom na cueca" necessário para condenar a cúpula que operava nas sombras do estádio tricolor.
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Quero saber se vão devolver o dinheiro e se vão ser presos, ladrões tem que ser presos.
por isso é outras, nós nos apequenamos, se não fosse os roubos, estaríamos um pouco melhor. já batemos a meta de faturamento de 1bi.
Se investigarem os roubos na venda de jogadores, esse esquema dos camarotes vai ficar igual furto de supermercado.
Se gritar........não fica...................!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Essa é apenas uma parte da sujeira achada, mas deve ter muita coisa errada lá dentro.
Na base, o filho do Casares agenciando a molecada e vendendo a preço de banana.
Espero que esse pessoal envolvido seja expulso do clube e que sirva de exemplo para os demais.