A disputa judicial entre o São Paulo Futebol Clube e a empresa FGoal Marketing e Eventos ganhou novos desdobramentos que aumentam a temperatura nos bastidores do MorumBIS. Informações exclusivas indicam que o departamento jurídico do clube emitiu sucessivos alertas internos contra a formalização do acordo, que posteriormente acabou rescindido por justa causa.
Segundo os relatos, o jurídico apontou riscos críticos envolvendo a FGoal, como a falta de experiência no segmento de alimentos e bebidas, ausência de lastro financeiro e eventuais impactos reputacionais. Mesmo com a classificação de "risco alto" mantida em uma segunda análise em dezembro de 2022 — que sublinhou a inexistência de notas fiscais que comprovassem serviços anteriores —, o contrato avançou por pressão política.
O divisor de águas ocorreu uma semana após o segundo parecer negativo. Antonio Donizete, o Dedé, então diretor social do São Paulo, interveio diretamente via e-mail. Alegando ter "presenciado o trabalho" da empresa, o diretor endossou pessoalmente a qualidade dos serviços e solicitou o encaminhamento para a assinatura do presidente Julio Casares, ignorando os relatórios técnicos.
Em sua justificativa, Dedé afirmou estar seguro de que a empresa faria "o melhor para o SPFC", destacando dedicação e limpeza, o que bastou para que a FGoal assumisse a operação de alimentos e bebidas em 2023.
A situação tornou-se ainda mais complexa em março de 2024. Ao avaliar a renovação do vínculo, o jurídico emitiu um terceiro relatório de alto risco, citando falta de empregados e pendências fiscais dos sócios. Apesar do visto do então CEO, Márcio Carlomagno, o clube assinou o novo contrato em maio de 2024, cedendo a exploração do estádio até dezembro de 2029.
O desfecho foi a rescisão por justa causa no início de 2026. A atual gestão alega ter identificado saques não autorizados de cerca de R$ 200 mil, atribuídos à empresa. A FGoal nega irregularidades e acionou a Justiça cobrando **R$ 5.189.022,54**, sustentando que as movimentações foram autorizadas verbalmente pela gestão anterior e que o rompimento foi indevido.
O caso expõe uma fragilidade nos processos de governança do Tricolor e pode gerar um impacto financeiro severo. Enquanto o processo tramita na Justiça de São Paulo, o episódio segue como um dos temas mais sensíveis e desgastantes nos corredores do MorumBIS.
Quem são sócios dessa empresa? são reais ou laranjas de terceiros? é estranho e prejudicial, alertas serem ignorados, administradores devem ser responsabilizados após apuração.
cagares lixo maldito e sua corja corrupta!!!!!!