A disputa judicial entre o São Paulo Futebol Clube e a empresa FGoal Marketing e Eventos ganhou novos desdobramentos e aumentou a tensão nos bastidores do MorumBIS. Informações divulgadas indicam que o departamento jurídico do clube teria feito alertas internos sobre a contratação da empresa antes da formalização do acordo, que posteriormente acabou rescindido por justa causa.
Segundo os relatos, o jurídico apontou possíveis riscos envolvendo a FGoal, como falta de experiência comprovada no segmento de alimentos e bebidas, ausência de lastro patrimonial e financeiro compatível com a operação e eventuais impactos reputacionais ao clube. Mesmo assim, o contrato foi celebrado e previa exclusividade na exploração de alimentos e bebidas no estádio.
A empresa teria chegado ao clube por intermédio de pessoas ligadas à gestão anterior. À época da análise inicial, em novembro de 2022, a FGoal era descrita como uma microempresa de marketing digital, sem histórico consolidado no ramo de alimentação e bebidas.
O contrato acabou sendo rescindido por justa causa pelo São Paulo no início de fevereiro. Já na atual gestão, o clube alegou ter identificado saques não autorizados em suas contas atribuídos à FGoal, totalizando cerca de R$ 200 mil. A empresa, por sua vez, sustenta que as movimentações teriam sido autorizadas verbalmente durante a gestão anterior.
Diante do rompimento, a FGoal ingressou com ação judicial cobrando R$ 5.189.022,54, alegando que o contrato teria validade até 2029 e que a rescisão foi indevida. O processo tramita na Justiça de São Paulo e ainda aguarda desdobramentos.
O caso pode gerar impactos financeiros relevantes ao clube, além de reflexos institucionais, considerando o momento político e administrativo vivido pelo São Paulo. Enquanto a Justiça analisa as alegações de ambas as partes, o episódio segue como um dos temas mais sensíveis nos bastidores do Tricolor.
cagares lixo maldito e sua corja corrupta!!!!!!