A semifinal do Campeonato Paulista trouxe à tona um embate altamente discutido, onde o São Paulo enfrentou o Palmeiras e foi derrotado por 2 a 1. Após o apito final, Rui Costa, executivo de futebol do clube, expressou forte descontentamento com a atuação do VAR. O foco principal de suas críticas foi a não marcação de um pênalti em um lance envolvendo Gustavo Gómez, quando o placar ainda mostrava 1 a 0 para o Palmeiras.
Durante uma entrevista na Arena Barueri, Rui Costa fez questão de isentar a árbitra Daiane Muniz de qualquer responsabilidade, direcionando suas preocupações especificamente ao juiz de vídeo. Ele argumentou que, em um número significativo de revisões, a decisão teria sido diferente. "Nas 70 vezes seria pênalti", afirmou, destacando a clareza da infração e a necessidade de uma revisão minuciosa do lance em questão.
A discussão sobre a interpretação do toque de mão foi central na fala do dirigente. Rui enfatizou que, conforme as regras, a abertura do braço configura um pênalti. Ele criticou a falta de recomendação para que a árbitra revisse o lance pelo VAR, reforçando que o erro comprometeu o equilíbrio do jogo. “Não estou reclamando apenas por causa da derrota, mas porque o pênalti era evidente”, disse.
O executivo do São Paulo sublinhou que não trivializa as reclamações relacionadas à arbitragem, mas no caso específico, considera que houve uma falha grave. Ele acredita que a não utilização do VAR não possui justificativas e prejudicou o desempenho do seu time em um momento crucial da partida.
Com a eliminação no Paulistão, o São Paulo voltará suas atenções para o Campeonato Brasileiro, onde enfrentará a Chapecoense na próxima rodada. A mudança de foco é vital para a equipe, que busca recuperar sua posição e intensificar a gestão de elenco para os desafios que se aproximam. O episódio gerado pela semifinal pode impactar nas relações internas e na motivação do grupo na sequência da temporada.
o Pix foi só para a equipe do var
A culpa toda foi do pardal argentino filhodaputa