No último confronto da semifinal do Campeonato Paulista, o São Paulo foi eliminado pelo Palmeiras em uma partida marcada por polêmica. Com um gol relevante de Flaco López e outro de Calleri, o resultado final foi de 2 a 1 para a equipe palmeirense, o que deixou os tricolores insatisfeitos, especialmente em relação à atuação do VAR.
Rui Costa, executivo de futebol do São Paulo, expressou sua indignação em relação à não marcação de um pênalti quando a partida estava 1 a 0 em favor do Palmeiras. Ele ressaltou que o toque de mão do zagueiro Gustavo Gómez deveria ter sido revisado pelo árbitro de vídeo Thiago Duarte Peixoto, o que teria alterado o panorama do jogo.
Durante a coletiva de imprensa, Rui isentou a árbitra Daiane Muniz de culpa, reconhecendo seu bom desempenho em partidas anteriores. No entanto, enfatizou a importância de uma revisão cuidadosa de lances decisivos, principalmente em momentos cruciais, como semifinais de campeonatos.
A análise do executivo foi aprofundada ao mencionar que a dinâmica do futebol moderno exige intervenções mais atentas do VAR. Segundo ele, a não utilização adequada da tecnologia em jogadas cristalinas pode impactar o resultado e contradizer o propósito do sistema, que é minimizar erros de arbitragem.
Rui Costa também registrou que as orientações dadas no congresso técnico não indicavam uma diminuição na atuação do VAR, o que levanta questionamentos sobre a aplicação das regras durante a partida. Ele sublinhou que a decisão de não marcar o pênalti, conforme interpretado por ele, foi indefensável e, portanto, prejudicial ao time.
Após a derrota e consequente eliminação, o São Paulo volta à campo no dia 12 de abril, enfrentando a Chapecoense na quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Atualmente, a equipe ocupa a segunda posição na tabela, com três vitórias e um empate, mas agora precisará focar em recuperar a confiança e continuar sua trajetória no torneio nacional.
não adianta toda vez que São Paulo joga contra o Palmeiras é prejudicado esse Gustavo Gomes parece que ele paga para o juiz para não tomar cartão nem ser expulso