Oscar, meia de 34 anos, anunciou a decisão de se afastar do futebol em dezembro, provocando reações no São Paulo, clube ao qual estava vinculado até 2027. As negociações para sua rescisão contratual estão em andamento, com o intuito de alcançar um acordo amigável. A situação financeira do clube indica que o atleta já não integra mais a folha salarial da equipe.
No centro das discussões sobre a rescisão estão os valores pendentes do contrato, que previam uma quantia significativa a ser paga ao jogador. Inicialmente, Oscar teria direito a R$ 1,5 milhão como parte do acordo, incluindo luvas e comissões. A rescisão antecipada, dois anos antes do término do contrato, suscita questões sobre a possibilidade de diminuição desse valor a ser recebido.
O atleta tomou a decisão de se afastar após um episódio de síncope vasovagal, resultando em internação para monitoramento de sua saúde cardíaca. O alerta veio após desmaios durante exames no centro de treinamento, dificultando sua volta aos campos. Antes desta situação, Oscar não jogava desde julho, quando sofreu fraturas em três vértebras lombares.
Embora tenha tentado retornar aos treinos, o jogador enfrentou novos desafios físicos, inicialmente diagnosticados como lesão muscular na panturrilha, antes de se confirmar a gravidade de seus problemas cardíacos. Oscar possui uma trajetória marcante nas categorias de base do São Paulo, onde se destacou antes de uma controversa judicial que o levou ao Internacional em 2010.
Após uma decisão judicial em 2012, que buscava reativar seu contrato com o São Paulo, Oscar conseguiu sua liberação e se tornou peça chave no time do Internacional. Sua transação para o Chelsea em junho de 2012, por 25 milhões de libras, ficou registrada como a maior venda do futebol brasileiro na época. Nesta segunda passagem pelo São Paulo, o atleta participou de 21 jogos, contribuindo com dois gols e cinco assistências.
O processo de rescisão ainda não tem um prazo definido para conclusão, e o impacto financeiro das negociações deverá ser cuidadosamente analisado. A gestão do elenco tricolor deve considerar a situação de Oscar e as repercussões disso para a configuração tática do time no futuro imediato. O clube busca uma solução que preserve os interesses de ambas as partes, enquanto o jogador reflete sobre sua saúde e futuro profissional.
Vaza mercenário *** tá bilionário, podre e ainda quer chutar cachorro morto. Mau-caráter do inferno, deveria ficar é sem as pernas, desgraçado!
k Oscar deu outro tombo no tricolor k