Mara Casares e Douglas Schwartzmann, ex-integrantes da diretoria do São Paulo, estão afastados de seus cargos em meio a um escândalo relacionado à venda irregular de camarotes no estádio do Morumbi. O presidente interino, Harry Massis, sinalizou que a destituição será oficializada em breve, após a dupla ter solicitado licença assim que as acusações vieram à tona.
Casares ocupava a função de diretora feminina de cultura e eventos, enquanto Schwartzmann era diretor-adjunto na base do clube. As investigações sobre o possível esquema ilícito começaram no ano passado, após a identificação de diálogos que indicavam a comercialização clandestina de camarotes, o que gerou um grande alvoroço tanto em termos legais quanto administrativos.
Recentemente, a situação ganhou novos desdobramentos com a emissão de mandados de busca e apreensão nas residências dos envolvidos. O clube também deverá apresentar um parecer do conselho de ética, que poderá resultar em punições adicionais aos responsáveis, amplificando a pressão sobre a gestão atual.
O escândalo está ligado a um processo ainda mais amplo envolvendo o presidente Julio Casares, cujo afastamento ocorreu após votação no Conselho do São Paulo. Os sócios do clube agora devem deliberar sobre o rumo que essa situação tomará, enquanto Massis segue como presidente interino, gerenciando uma crise que afeta diretamente a estrutura organizacional do clube.
Cabe ressaltar que Casares enfrenta investigações da Polícia Civil pela movimentação de R$ 1,5 milhão em depósitos fracionados em sua conta pessoal, o que levanta sérias questões sobre a transparência e a gestão financeira no clube. Além disso, estão em apuração 35 saques que totalizam R$ 11 milhões, realizados entre 2021 e 2025, o que evidencia um cenário desafiador para a administração do São Paulo.
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