O São Paulo busca avançar nas negociações para a rescisão do contrato do meia Oscar, que possui vínculo até dezembro de 2027. Com a decisão do atleta de se aposentar devido a problemas de saúde, especificamente uma síncope vasovagal, a equipe já não efetua pagamentos ao jogador desde dezembro do ano passado.
No foco das discussões estão os valores remanescentes a serem pagos ao jogador referentes a prêmios e comissões, estipulados no contrato assinado em 2025. A quantia estimada a ser recebida por Oscar gira em torno de R$ 1,5 milhão, que estava previsto para ser pago em várias parcelas até o término do contrato.
Em virtude da rescisão antecipada, as partes estão em diálogo para definir como será feita a compensação dos valores pendentes. As negociações estão em andamento, com reuniões já realizadas e uma nova conversa programada para a próxima semana, criando uma expectativa otimista para um acordo satisfatório.
A questão se torna ainda mais delicada devido ao estado de saúde do jogador, que impacta diretamente na continuidade do vínculo. Oscar foi diagnosticado com uma condição que não oferece risco de vida, mas que exigirá acompanhamento médico constante, levando a um cenário onde a preponderância do atleta em campo se torna incerta.
Recentemente, o meio-campista se desmaiou durante exames de pré-temporada, resultando em sua internação. Com a situação atual, o São Paulo enfrenta o desafio de gerenciar o elenco e a estrutura financeira em meio a uma crise política interna, o que pode influenciar na performance da equipe no campeonato.
As questões em jogo não se limitam somente à parte financeira, também refletem na leitura de jogo e na gestão tática proposta pelo corpo técnico. A resolução rápida da situação de Oscar se torna fundamental para que o clube possa focar na melhoria do desempenho coletivo e na busca por objetivos na temporada.
Além disso, o clube deve considerar a intensidade das próximas partidas e o impacto emocional e psicológico que essas situações geram no elenco. O desfecho das negociações com Oscar não apenas afeta a dinâmica do grupo, mas também pode ser um reflexo da estabilidade organizacional necessária para enfrentar os desafios do calendário.
Esse aí passou a perna no SP duas vezes
essa perceba não devia nem ter vindo foi mais uma cagada docasares
Todo esse alvoroço por apenas 1,5 milhão ? Pelo amor de Deus !!!!!!
peguem como exemplo de torcedor o Alexandre pato q abriu mão de mais de 30 milhões,agora alguns mercenários q jogaram e jogam no são Paulo omo Daniel Alves,Lucas q nunca jogou depois q voltou pro são Paulo,orçar q não jogou porra nenhuma
uma mísera dessa ainda se diz torcedor do time, torcedor msm só teve Alexandre pato q abriu mão de mais de 30 milhões e isso partiu de atitude dele sem precisar entrar em acordo algum.
Demorou pra ir embora.......na verdade, ele nem deveria ter voltado ao SPFC.
Esse é outro que não era pra ter voltado para o Tricolor, nunca foi são-paulino.