O processo de impeachment de Julio Casares, presidente do São Paulo, avança para uma nova fase. Após ser afastado do cargo na última votação do Conselho Deliberativo, a decisão agora recai sobre os sócios do clube, que terão a oportunidade de se manifestar em uma Assembleia Geral convocada pelo presidente do Conselho, Olten Ayres. Essa assembleia está prevista para ocorrer até o dia 16 de fevereiro, com a votação marcada para os dias 7 ou 8 de fevereiro, conforme informações do UOL e confirmação do Lance!
Na nova etapa do processo de impeachment, será suficiente uma maioria simples para que a medida seja aprovada. Diferentemente da votação anterior no Conselho, não é necessário um quórum mínimo. O único requisito é que o número de votos a favor do impeachment seja maior que o de votos contrários. Caso os sócios optem pelo afastamento definitivo de Casares, ele será oficialmente destituído da presidência. Se a maioria não confirmar o impeachment, ele poderá retornar ao cargo, e o procedimento será encerrado.
Nessa transição de liderança, Harry Massis assume o papel de presidente em exercício e já está se inteirando da rotina do clube. Nos primeiros dias no cargo, ele tem se dedicado a reuniões internas e consultado membros da equipe para compreender a realidade do São Paulo. Esse contato é essencial, já que Massis não era uma figura constante nos vestiários e no dia a dia do clube anteriormente. Um dos seus primeiros compromissos foi ouvir as principais preocupações do elenco.
No último domingo, durante o clássico contra o Corinthians, Massis esteve presente na Neo Química Arena, onde não apenas assistiu ao jogo, mas também acompanhou o aquecimento dos jogadores e permaneceu no banco de reservas, buscando estar próximo da equipe e entender melhor a dinâmica do time.
Impeachment tem que acontecer, mas o Cagares tem que devolver com juros o que desviou dos cofres da entidade.