O São Paulo Futebol Clube, com um histórico sólido em estreias no Campeonato Paulista, inicia mais uma edição do Estadual com boas perspectivas. Nas últimas duas décadas, o Tricolor obteve sucesso em cerca de 50% das suas partidas de abertura, destacando-se especialmente em seus confrontos contra o Mirassol. Até o momento, o São Paulo participou de 24 jogos de estreia no Paulistão deste século, colecionando 12 vitórias, seis empates e seis derrotas, o que resulta em um aproveitamento de 59%.
No que diz respeito ao desempenho ofensivo, a equipe anotou 36 gols, o que resulta em uma média de 1,5 por jogo, enquanto a defesa apresentou uma performance sólida, sofrendo 24 gols, com uma média de um gol por partida. Esses números evidenciam a consistência do time em seus inícios de competição.
O retrospecto do São Paulo contra o Mirassol é ainda mais impressionante. Em 15 jogos disputados entre as duas equipes no Campeonato Paulista, o Tricolor acumulou dez vitórias, quatro empates e apenas uma derrota, garantindo um aproveitamento de 76%. O ataque brilha com 35 gols marcados, uma média de 2,3 por partida, enquanto a defesa se mostrou eficaz, sofrendo apenas 11 gols, com uma média de 0,7 por jogo.
Além disso, a equipe mantém um bom desempenho mesmo quando joga no Estádio José Maria de Campos Maia, o conhecido Maião. Em oito confrontos disputados neste estádio, contando todas as competições, o São Paulo registrou quatro vitórias, três empates e uma derrota, alcançando 63% de aproveitamento. A equipe marcou um total de 11 gols, com uma média de 1,4 por partida, e sofreu sete gols, com uma média inferior a um por jogo.
Para a edição de 2026 do Paulistão, um novo formato de disputa foi implementado, inspirado no modelo da UEFA Champions League. Com isso, a competição passa a adotar uma divisão por potes, abandonando os tradicionais grupos fixos. Na primeira fase, as equipes jogarão em oito rodadas, enfrentando adversários do mesmo pote e também de outros níveis.
No novo formato, o Pote A reúne os maiores campeões estaduais: Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo. O Pote B é composto por São Bernardo, Novorizontino, Bragantino e Mirassol, que finalizaram a edição de 2025 entre a quinta e a oitava colocação. O Pote C inclui Ponte Preta, Guarani, Velo Clube e Portuguesa, classificados entre o nono e o 12º lugar na última edição. Por fim, o Pote D é formado por Botafogo-SP e Noroeste, 13º e 14º colocados em 2025, além de Capivariano e Primavera, que subiram da Série A2.