O processo de impeachment do presidente do São Paulo FC, Julio Casares, sofreu uma alteração importante no calendário e nos critérios de votação. Inicialmente marcado para o dia 14 de janeiro, o julgamento foi adiado para o dia 16 de janeiro, conforme decisão anunciada pelo presidente do Conselho Deliberativo do clube, Olten Ayres.
A mudança ocorreu após um pedido formal da defesa de Julio Casares, que solicitou a revisão do quórum necessário para a aprovação do impeachment. A solicitação foi analisada e acatada, provocando não apenas o adiamento da sessão, mas também a alteração no número mínimo de votos exigidos.
Pelo entendimento inicial, a destituição do presidente exigiria o apoio de dois terços dos conselheiros, conforme prevê o artigo 112 do estatuto. No entanto, a defesa de Casares argumentou que o caso deveria seguir o disposto no artigo 58, que estabelece a necessidade de 75% dos votos para aprovação do impeachment.
Com isso, o número de conselheiros favoráveis necessários para afastar Casares subiu de 171 para 191 votos, considerando o total de 225 conselheiros aptos a participar da votação.
A reunião do Conselho Deliberativo será realizada de forma 100% presencial, descartando a possibilidade de um modelo híbrido. Os horários permanecem inalterados: a primeira convocação está marcada para as 18h30 e a segunda para as 19h, ambas no horário de Brasília. A votação será secreta e ocorrerá nas dependências do Morumbi.
Caso a maioria qualificada seja atingida, Julio Casares será afastado imediatamente da presidência do São Paulo. Nesse cenário, o cargo passará a ser ocupado interinamente por Harry Massis Júnior, primeiro vice-presidente do clube.
Mesmo com um eventual afastamento aprovado pelo Conselho Deliberativo, o processo ainda poderá seguir para a Assembleia Geral dos Sócios, que terá a palavra final sobre a permanência ou não de Casares no comando do Tricolor. Se a Assembleia confirmar a decisão, a destituição será definitiva; caso contrário, o processo será encerrado.
O adiamento e a mudança no critério de votação ampliam a expectativa nos bastidores e entre os torcedores, que acompanham de perto um momento decisivo para o futuro político e administrativo do São Paulo FC.
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Tinha que lotar o Morumbis todo jogo e cantar /gritar hinos de "louvores" ao Cagares e nem ai pro jogo... ou só voltar ao estádio se esse Cagares & Cia caírem fora...
podem deletar
logicamente estão se acertando, o toma lá dá cá, remendado não pode falar do rasgado.
isso e manobra ganharem tempo e tampar o Sol com a peneira tentar levar as ao esquecimento e lá tentar enganar a torcida mais nós torcedores saopaulonos não vamos esquecer e muito menos deixar barato o pau vai comer ferozmente pôde crerem