No dia 29 de novembro de 2025, o futebol brasileiro se prepara para um momento histórico na CONMEBOL Libertadores, quando um novo tetracampeão será coroado em Lima. Contudo, essa superfinal não terá a presença do São Paulo, um nome que ressoa nostalgia e grandeza para quem acompanhou o futebol há duas décadas. Para muitos, essa ausência soa surpreendente, uma vez que, no passado, o São Paulo reinava soberano na América do Sul, com um time de qualidade ímpar e uma organização admirável.
O clube, que conquistou seu primeiro título de tricampeão da Libertadores, parecia invencível. Além de vencer a América, o São Paulo fez história ao derrotar o Liverpool no Mundial, estabelecendo um paradigma de sucesso que incluiu três títulos consecutivos do Campeonato Brasileiro. Entretanto, essa dinastia acabou se transformando em um vazio, à medida que times como Palmeiras e Flamengo emergiram, buscando o mesmo sucesso que antes pertencia ao Tricolor. Hoje, o São Paulo observa seus rivais em busca da glória que um dia foi sua.
As memórias do passado glorioso se contrastam fortemente com a realidade atual do clube. Palavras como "foi" e "ganhou" parecem definir o presente do São Paulo, uma instituição que, com o passar dos anos, se perdeu em meio a erros administrativos e decisões questionáveis. A gestão sob várias lideranças deixou marcas profundas, desde polêmicas com a CBF até o desgaste de ídolos que outrora eram fundamentais para a equipe.
As promessas não cumpridas e a falta de conexão com a torcida têm causado um afastamento preocupante. O sentimento de indignação entre os torcedores está crescendo, refletindo as observações criteriosas de quem vive e respira o São Paulo. Os últimos anos foram marcados por um ciclo de frustrações, onde o clube se afastou das conquistas e da essência que o tornou um gigante do futebol brasileiro.
A realidade é que, após duas décadas sem conquistar um título significativo, a situação do São Paulo se torna cada vez mais alarmante. A luta pela sobrevivência no cenário do futebol não é apenas física, mas também emocional, marcando uma era onde a próxima vergonha pode estar sempre à espreita. Assim, fica a reflexão: como um clube tão vitorioso pode se encontrar em uma trajetória tão desastrosa?
clube sem presidente só contrata técnico fraco retranqueiro que joga pra trás medo de atacar coloca jogadores atacante pra marcar aí arrebenta todo mundo com esquemar que não leva a lugar nenhum como quer ganha se entra em campo com três zagueiro dois lateral três cabeça de área só dois atacante sem nenhum meia e o fim da **** da