STJD adia julgamento de Vitor Roque por post homofóbico, e tensão aumenta após clássico paulista

Fonte SPFC.net

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) agendou uma nova data para o julgamento do atacante Vitor Roque, do Palmeiras, devido a uma publicação considerada homofóbica, que ocorreu após a vitória do time por 3 a 2 sobre o São Paulo, em partida pelo Brasileirão, realizada em outubro. A sessão, que inicialmente estava marcada para a segunda-feira, foi remarcada para quarta-feira, às 10 horas (horário de Brasília).

No mesmo julgamento, também serão avaliados dirigentes do São Paulo e o árbitro que participou da partida. Vitor Roque se envolveu em polêmica ao publicar uma imagem em seu perfil no Instagram, que mostrava um tigre mordendo o pescoço de um veado. O atacante, conhecido como "Tigrinho" pela torcida, foi denunciado com base no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que proíbe práticas discriminatórias relacionadas a preconceito de qualquer natureza. As punições para esse tipo de infração variam entre cinco a dez jogos de suspensão, além de multas que podem oscilar entre R$ 100 e R$ 100 mil.

Outras denúncias também foram levantadas contra dirigentes do São Paulo, Rui Costa e Carlos Belmonte, que foram acusados de comportamento irregular conforme o artigo 258 do CBJD, que aborda condutas que vão contra a disciplina e ética desportiva. O árbitro do jogo relatou na súmula que os dirigentes xingaram a equipe arbitral no túnel de acesso aos vestiários. O São Paulo questionou possíveis erros de arbitragem, sendo o mais contestado um pênalti que não foi marcado quando o time vencia o clássico por 2 a 0. No incidente, Tapia foi derrubado por Allan dentro da área, mas a arbitragem considerou que houve apenas um "escorregão" do jogador palmeirense.

Além disso, o São Paulo também argumentou que houve uma falta em Tapia na origem do primeiro gol do Palmeiras, marcado por Vitor Roque, e alegou que os jogadores Gustavo Gómez e Andreas Pereira deveriam ter sido expulsos.

Por sua vez, os árbitros envolvidos—Ramon Abatti Abel, responsável pelo campo, e Ilbert Estevam da Silva, que atuou como árbitro de vídeo (VAR)—foram denunciados com base no artigo 259 do CBJD, que trata de deixar de observar as regras da modalidade. Ambos podem enfrentar punições que variam de 15 a 120 dias. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já afastou a dupla de suas funções.

STJD define data para julgamento de denunciados após clássico entre São Paulo e Palmeiras.
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