O carnaval acaba oficialmente na quarta-feira de cinzas. E, nesta noite, o Campeonato Paulista conta com o primeiro clássico entre São Paulo e Santos na temporada, às 19h30 (de Brasília), no Morumbis, pela oitava rodada da competição estadual. O jogo servirá para que o São Paulo mantenha uma série invicta de 11 partidas dentro do Cícero Pompeu de Toledo, em sequência iniciada com Dorival Júnior e mantida neste ano por Thiago Carpini. Com sete jogos à frente da equipe desde que chegou ao clube, o treinador conta com alguns desafios para o SanSão.
O ge lista os quatro principais nas linhas abaixo:
1) Adversário perigoso Rebaixado para a Série B do Brasileirão, o Santos iniciou o ano como uma incógnita devido à remontagem. Com uma nova diretoria, uma nova comissão técnica e 13 contratações, o Peixe mudou completamente a sua cara em relação a 2023 e, até aqui, vem colhendo frutos. O Santos é o time com mais pontos no campeonato (16 em sete jogos), embora em aproveitamento o Palmeiras seja superior (77,8% a 76,%), com 14 pontos em seis jogos. O Tricolor vem logo atrás, com seus 13 pontos em seis jogos e um aproveitamento de 72,2%.
2) Primeira reação Desde que chegou, Thiago Carpini viveu várias situações inéditas: primeiro jogo no Morumbis, primeira vitória dentro de casa, primeira vitória como visitante, primeira vitória contra o Corinthians em Itaquera (inédita também para o clube), primeiro jogo de taça, primeiro título conquistado e, no último sábado, ele conheceu sua primeira derrota. O tropeço por 2 a 0 para a Ponte Preta em Campinas já ficou para trás, mas pela primeira vez o técnico precisa mostrar que é capaz de juntar os cacos para conseguir reagir a um resultado negativo.
3) Desfalque importante Carpini vem driblando problemas do departamento médico desde que chegou. No período, já perdeu jogadores como Igor Vinícius, Rafinha e Lucas. Na última rodada, porém, mais uma lesão apareceu: a de Wellington Rato, que teve diagnosticada uma lesão no músculo reto femoral da coxa esquerda. Jogador fundamental no esquema 4-2-3-1 de Carpini, Rato atua aberto pela direita e tem na ligação direta ao ataque uma arma importante, assim como o aspecto tático da proteção pelo lado do campo. Contra a Ponte Preta, Erick entrou no setor. O técnico precisará adaptar o jogo sem Rato no clássico.
4) Administrar o grupo Este item tem relação direta com o item acima. Num início de temporada com algumas lesões, o técnico precisa administrar bem o seu grupo para não exagerar nas cargas e, desta forma, não perder mais jogadores para momentos decisivos do campeonato. Calleri, por exemplo, é o segundo jogador que mais atuou no time , com 572 minutos. Wellington, com 594, lidera o ranking de minutos. Os dois jogadores tiveram problemas de lesões na temporada passada. Assim, é importante que a comissão saiba rodar o grupo para não desgastá-los. Curiosamente, o São Paulo procura no mercado reserva para exatamente os dois jogadores: um lateral e um centroavante reservas.

Na realidade o Time tem Moreira de titular e Rafinha e Igor Vinicius de reserva, tem o Calleri como titular e Luciano de reserva. A carência é na lateral esquerda porque Wellington e ruim, Patrick não esta pronto e poderia perfeitamente testar o Rato de lateral..