A amizade entre Calleri e Galoppo é uma das mais evidentes dentro do elenco do São Paulo. Posts nas redes sociais, visitas constantes às respectivas casas e a paixão pelo mate argentino são alguns dos pontos compartilhados entre os dois jogadores. Neste domingo, no clássico contra o Santos, os dois provaram que também podem tranquilamente dividir um campo de futebol.
Os dois terminaram o chuvoso clássico contra o Peixe como os grandes destaques são-paulinos no Morumbi. Na vitória por 3 a 1, ambos balançaram as redes, mas mostraram outras qualidades, que podem se tornar virtudes importantes para o Tricolor na temporada.
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A principal foi o entrosamento de ambos para a troca de posição. Com o compatriota, Calleri saiu mais da área, criou e participou do jogo. O centroavante ainda quebrou o jejum de gols em 2023 e balançou as redes pela primeira vez.
Galoppo, por outro lado, saiu da esquerda do ataque para finalizar mais, somar oportunidades de gol e por pouco não ampliar o posto de artilheiro do time em 2023. Com o pênalti convertido, o camisa 14 chegou a cinco e entrou na briga para ser o goleador do Paulistão – o líder do ranking é John Kennedy, da Ferroviária, com seis.
A atuação convincente é um indício de que ambos podem atuar juntos, e não como alternativa um ao outro. Pelo menos esse foi o discurso adotado pelo próprio Galoppo, depois de mais uma boa atuação com a camisa tricolor.
– Calleri sempre foi muito importante para mim. Desde que cheguei aqui, falo muito com ele, temos uma amizade bonita. Demonstramos que podemos jogar juntos, ser importantes para o time, esperamos que seja assim durante o ano – comentou.
Os dois argentinos comandaram um triunfo de imposição diante do Santos, especialmente depois que o Tricolor passou a contar com a vantagem numérica, na expulsão de Lucas Pires ainda no primeiro tempo. O Peixe terminou o jogo só com nove atletas, após o cartão vermelho para João Lucas.
Diante do Santos, o São Paulo administrou boa parte do duelo depois de fazer 2 a 0. Apesar de uma queda de rendimento no segundo tempo e das dificuldades com o gramado, o resultado em nenhum momento foi ameaçado no Morumbi.
O gol do Santos saiu depois de um lance de desconcentração de Beraldo, que menosprezou as poças do gramado e deu um recuo curto demais para Rafael, que acabou cometendo o pênalti convertido por Rwan Seco.
Nada que tenha atrapalhado a noite dos amigos argentinos. Galoppo e Calleri, próximos no posicionamento, renderam bem mesmo diante de obstáculos como o gramado encharcado no Morumbi. O campo novamente falou para Ceni, desta vez que o camisa 14 e o 9 podem ter minutos juntos para ajudar o São Paulo.
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Só o professor PARDAL que nao enxerga isso, aliás, ele nao enxerga nada...muito ruim esse técnico..
é mentira, ninguém havia percebido que os dois poderiam jogar juntos no ataque. Só o Ceni viu que Galoppo poderia ser um atacante. Todos pensavam em Galoppo no meio de campo, inclusive eu. É preciso deixar de ser hipócrita. Outra verdade é que Luciano e Calleri não podem jogar juntos no ataque, Luciano nunca foi solidário com Calleri, prefere tentar o chute do que dar um passe para gol do Calleri. Tomara que essa parceria Galoppo e Calleri prospere.
Duro é conseguir convencer o pardal a coloca - los juntos, pois ele fez isso pensando que ia perder o jogo e achar a narrativa correta pra falar que os dois não podem jogar juntos porém foram os melhores em campo e pra minha surpresa orejuela também até esboçou dribles na área foi uma surpresa boa ele é patrimônio do clube em fim as circunstâncias monta o time titular pro Rogério ceni, porque ele é imcapaz de montar um time por se mesmo assim como é a Dima pra política é o Rogério ceni pro futebol, só fala e faz besteira.
Os dois era pra estar jogando juntos a muito tempo só o Ceni que não via isso