Até as seis primeiras rodadas, todos os seis gols do Tricolor haviam saído de pés de atacantes (três de Borges, um de André Lima, Dagoberto e Washington). Na Copa Libertadores, aconteceu o mesmo: todos os 11 tentos partiram de jogadores de frente (cinco de Borges, três de Washington, dois de Dagoberto e um de André Lima).
Entrentanto, a fase não andava positiva para os homens de frente. Depois do embate com o Santo André (na sexta rodada, quando Borges fez o gol de empate do Tricolor) nenhum dos responsáveis por agredir as redes adversárias haviam marcado.
Nos jogos seguintes a esse, três atletas diferentes fizeram gols. Contra o Cruzeiro, na segunda semifinal da Copa Libertadores, o Tricolor passou em branco. Na partida seguinte, com o Corinthians, Richarlyson foi quem fez o gol são-paulino. Um jogo depois, contra o Náutico, Jean Rolt e Hernanes marcaram. E contra o Coritiba, embate que antecedeu o confronto com o Flamengo, a equipe não fez gol.
"Fico feliz por esse gol, não só por eu ter voltado a marcar, mas por ter ajudado o São Paulo a conseguir reagir no jogo", afirmou Borges.
Foto: Rubens Chiri / www.saopaulofc.net

Borges comemora seu gol, o primeiro de um atacante sob o comando de Ricardo Gomes
